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Projeto de Meio Ambiente do Colégio Stocco



Empoderando estudantes para a Cidadania Global

Em nossa Unidade da Educação Infantil, realizamos a formação contínua do corpo docente por meio de práticas que envolvem o estudo das metodologias ativas, assim como a exploração dos espaços diversificados, tais como Milharal, Cafezal, Canavial, Hortas, Pomares, entre outros, a fim de que cada professor reflita sobre como potencializar as possibilidades do processo ensino e aprendizagem dos estudantes para que esses construam conceitos de maneira autônoma e participativa.

Essas são as propostas de manejo do meio ambiente aplicadas aos privilegiados 27mil m2 do Stocco.

O apoio técnico ao projeto de meio ambiente é feito por agrônomos contratados pela escola:

• Flora Castellano, Mestra em Agroecossistemas, Economia Agroalimentar e Meio Ambiente;


• Marcelo Noronha, especializado em Gestão Ambiental, Agricultura Urbana e Orgânica e Compostos Orgânicos.

Eles desenvolvem um trabalho essencial com nossos educadores e estudantes. Desde o Infantil, os pequenos percebem o quanto estão inseridos no meio e, por esta razão, precisam conhecer a diversidade ambiental.

Relevância do projeto de meio ambiente para a construção da cidadania global

Ao longo da trajetória escolar, os projetos de meio ambiente são fundamentais para a construção de uma consciência cidadã global. E, para este objetivo, propomos aos estudantes em nossa metodologia ativa atividades que permitam a eles:

• Perceberem a interdependência global;

• Desenvolverem o respeito à natureza;

• Valorizarem atitudes relacionadas ao bem estar individual e coletivo;

• Aprenderem a pensar cientificamente ao levantarem hipóteses e analisá-las;

• Aprimorarem diariamente sua capacidade de observação partindo da identificação e comparação de plantas, hortaliças, legumes, frutas e bichinhos de jardim.

O projeto de meio ambiente na prática

Em 2019, ampliamos os projetos da Roça de Milho e do Minhocário e com eles aprendemos a gestão de resíduos orgânicos e produção de adubo. Semanalmente, os estudantes participam de: preparo da área de plantio e linhas de plantio com cobertura do solo, semeadura do milho, acompanhamento do crescimento, saúde das plantas, sistema de irrigação, observação das minhocas, constatação da decomposição dos resíduos orgânicos, retirada e armazenamento de adubo orgânico e chorume e utilização de adubo na jardinagem e outros plantios do Colégio.

Para nós, ensinar as Ciências Naturais e Humanas é empoderar os estudantes para melhorar o mundo, atuando como cidadãos globais que pensam de maneira crítica e reflexiva, inseridos diariamente em atividades significativas e desafiadoras, em consonância com nossa proposta pedagógica elaborada para cultivar a capacidade de agir de forma responsável, criar, inventar e inovar, segundo o modo de pensar típico da Ciência.

Outros projetos com foco na construção de uma consciência global são desenvolvidos pelo Stocco. Destacamos a recente substituição em toda a escola de copos descartáveis e canudos plásticos por alternativas de menor impacto. Clique no link e veja como isso aconteceu: https://stocco.com.br/novidades/copo-descartavel-seus-impactos-e-suas-alternativas/

Confira mais um pouquinho do projeto no vídeo abaixo:


Projeto de Meio Ambiente do Colégio Stocco

Escola Bilíngue? International School? Programas Especiais? O que escolher na hora de aprender idiomas?



Veja a seguir o que é Escola Bilíngue, International School e Programas Tradicionais de Idiomas. Entenda as diferenças e conheça o programa diferenciado do Colégio Stocco para o ensino de línguas estrangeiras.

A necessidade imediata de inclusão no mundo globalizado tornou urgente o aprendizado de línguas estrangeiras e isto fez surgir muitos e diferentes programas de ensino de idiomas. Mas como saber qual o melhor?

O que são escolas bilíngues?

Escolas bilíngues são aquelas que proporcionam aos seus estudantes as competências necessárias para usar duas ou mais línguas em situações acadêmicas, ou seja, usa o idioma como instrumento para aprender outros conteúdos.

Este tipo de escola deveria trabalhar com pelo menos 50% de sua grade curricular utilizando a língua estrangeira como ferramenta para ensinar conteúdos.

Matemática, ciências humanas, naturais, tecnologia e artes são as matérias mais trabalhadas pela dinâmica bilíngue e isto deve acontecer sem prejuízo ao conteúdo obrigatório.

Para que isso seja possível a carga horária tem que ser estendida, o que muitas vezes não ocorre em nossa realidade.

No Brasil, a lei só reconhece como escolas bilíngues as escolas de fronteira, as escolas indígenas e escolas de surdos.

Escolas internacionais (International School)

Escola internacional ou international school é a instituição que utiliza como base o currículo, a proposta pedagógica e a língua do país de origem da escola.

Há alguns anos atrás, era muito comum que as escolas internacionais fossem frequentadas por filhos de pais estrangeiros, hoje, a opção de muitas famílias mudou e há cada vez mais crianças brasileiras nestas escolas.

Algumas escolas internacionais trabalham com o currículo nacional integrado ao estrangeiro e algumas matérias como Atualidades, História ou Geografia são dadas em português; outras incluem apenas Língua Portuguesa a seus currículos internacionais.

As escolas internacionais seguem o calendário de seus países de origem.

Tanto na escola internacional como na escola bilíngue, o inglês é apenas uma ferramenta de aprendizagem para novos conteúdos, já na escola de idiomas o inglês é o conteúdo a ser aprendido.

Escolas bilíngues e escolas internacionais são diferentes?

Por falta de regulamentação nacional, muitos modelos de escolas bilíngues foram criados, o que nem sempre garante um aprendizado em alto nível, como deveria.

As escolas bilíngues e as escolas interacionais se diferem quanto aos objetivos, às características de seus estudantes, ao tempo de instrução na escola usando as línguas envolvidas e às abordagens e práticas pedagógicas.

Assim, o que se torna relevante não é como a instituição se intitula, mas sim o nível de proficiência que o estudante irá atingir ao final do curso.

O programa de inglês do Colégio Stocco

Em vez de escolher um título, como as bilíngues e internacionais, o Colégio Stocco prefere investir esforços em um programa forte de aprendizado.

Para atingir melhores níveis de proficiência, nossos estudantes iniciam os estudos do idioma no Infantil 3 e ao chegarem ao 9º ano já estão utilizando material de ensino médio.

Para os estudantes do Infantil, respeitamos as especificidades do processo de aprendizagem, por isso criamos um ambiente lúdico, de ensino gradativo e práticas discursivas condizentes com sua realidade.

Procuramos envolver o aprendiz em um contexto rico de vivência na língua estrangeira, no qual o professor cria o máximo de oportunidades para que a língua esteja presente no cotidiano escolar.

Para o 1º e 2º ano, além destas praticas, iniciamos o processo de letramento.Trabalhando sempre com temas contextualizados, transformamos a aquisição da leitura e da escrita em um método prazeroso e criativo, sempre respeitando o tempo de aprendizagem desta faixa etária.

A partir do 3º ano, a estruturação da língua se faz presente e as quatro habilidades para o aprendizado de uma língua estrangeira são trabalhadas simultaneamente – ler, escrever, falar e compreender a nova língua.

Com a tecnologia disponível em todas as salas de aula, nossos estudantes estão expostos a vídeos, textos, jogos e às mais variadas e atualizadas estratégias de ensino.

O material de apoio do Colégio Stocco

Nosso material é importado, das mais renomadas editoras internacionais, o que garante maior qualidade dos áudios e vídeos, além de atualizações constantes, apoio de plataformas didáticas e treinamentos para nossos professores.

Ebooks também fazem parte do material, o que facilita ao estudante as práticas de listening e comprehension dentro e fora da sala de aula.

Espaços diversificados para as aulas

O dia a dia nossas aulas acontecem em diversos ambientes ampliando a exposição de nossos estudantes à língua: na Digital Land, no auditório, no Ateliê de Artes e no espaço Maker.

Participamos das apresentações de teatro do grupo The Performers, temos Day Camp com imersão total no idioma.

Para assegurar a prática efetiva do idioma, nossos alunos participam de intercâmbio internacional para destinos culturais diferenciados, como Escócia, York e Buckingham, e para o programa exclusivo da NASA, nos EUA.

Nível de proficiência do programa do Stocco

No último ano do ensino Fundamental II, nossos estudantes utilizam material de ensino médio – nível B2 no Common European Framework, o que significa que o estudante do 9º ano do Colégio Stocco estará apto a prestar os exames PET ou FCE de Cambridge.

Certificando nossa grade curricular, está a Universidade de Cambridge. Nosso colégio é centro preparatório dos exames da Cambridge e todo final de ano oferece os exames para nossos estudantes.

A certificação Cambridge abre caminho para a formação de nossos cidadãos globais, já que esses certificados internacionais são aceitos por mais de 20.000 universidades, empregadores e governos no mundo todo podem abrir as portas para a educação superior.

Parceria com a Red Balloon

Para aqueles que desejam acelerar ainda mais o processo de aprendizagem da língua, contamos com a parceria da Red Balloon.

A escola se destaca por oferecer o ensino de inglês por meio de atividades artísticas, culinária, teatro, música e muita cultura, que ajudam os estudantes a desenvolverem sua autonomia e autoconfiança.

O método Red Balloon oferece uma carga horária adequada para atingir a fluência no idioma, o material é exclusivo, e foi criado pensando em cada fase da criança e do adolescente entre 3 e 17 anos.

Por que aprender outros idiomas na infância é importante?

Diversos estudos internacionais nas áreas de Neurociências e Educação apontam para os benefícios da aquisição precoce da segunda língua.

Pesquisas mostram o desenvolvimento das funções executivas, indicando maior habilidade para planejamento, organização e execução de múltiplas tarefas, melhora na comunicação, mesmo na língua materna, maior desenvolvimento cognitivo, capacidade de pensar criticamente (especialmente High Order Thinking Skills) e consciência cultural.

Esses estudantes tendem a ser mais criativos e têm uma maior flexibilidade mental.

Outras pesquisas apontam para a acuidade auditiva, pois as crianças percebem os sons com mais facilidade e clareza e por ainda estarem desenvolvendo seu aparelho fonador, a habilidade de reproduzir esses sons com perfeição é muito maior que de um adulto falante.

O diferencial do Stocco é respeitar o ritmo e o desenvolvimento do estudante, oferecendo aulas dinâmicas e sempre utilizando ferramentas e ambientes diversificados para garantir a qualidade das aulas e de nosso programa.

O diferencial não é se intitular como escola bilíngue, mas sim garantir ao final do processo um inglês proficiente sem prejuízo aos demais conteúdos.

No Colégio Stocco o inglês conversa com todas as demais matérias, em projetos ou atividades comuns, desenvolvendo competências cognitivas e socioemocionais necessárias para a formação do cidadão global.

Confiram o vídeo abaixo:

Matemática não é problema!


Atividades em sala, desafios com muitos cálculos, provas com solução de problemas, grandes competições, Olimpíadas! Aprender Matemática pode causar muito medo por aí, mas não no Colégio Stocco.

No Stocco, o ensino da Matemática vai muito além de simplesmente encontrar resultados corretos para situações-problema e exercícios, por meio do uso de técnicas e fórmulas ensinadas por nossos docentes.

Centramos nosso trabalho no desenvolvimento da capacidade dos estudantes de resolver problemas, analisar dados e aplicar os conteúdos matemáticos em situações do cotidiano, dando significado ao que é aprendido e tomando atitudes criativas e inteligentes no dia a dia.

O currículo é organizado de tal forma que é possível revisitar os conteúdos, ampliá-los e aprofundá-los ao longo dos anos. Nenhum deles é visto como um fim em si mesmo! Não são apresentados de forma pronta nem mecânica. Há um processo, um percurso a ser seguido por estudante e educador, sendo que, nessa interação, se constrói o fazer matemático.

Várias estratégias de resolução, registros diversos, justificativas, estimativas, cálculo mental, diferentes possibilidades, selecionar informações, tomar decisões, construir argumentações são alguns dos princípios presentes em nosso ensino, que permitem o estudo dos diferentes objetos de forma dinâmica e o desenvolvimento das habilidades de pensamento.

Dessa forma, o conhecimento matemático é visto como uma ferramenta que contribui para ler, compreender e transformar a realidade, potencializando a aprendizagem de nossos estudantes e tornando-os ativos na escola e, também, fora dela.

Matemática forte é o que temos em nossa instituição!

Forte por tornar o estudante protagonista! Forte por significar e ressignificar conceitos e conteúdos aprendidos! Forte por ser dinâmica e construída com diferentes ferramentas e recursos tecnológicos. Forte por formar cidadãos aptos a tomar decisões inteligentes em situações financeiras. Forte por possibilitar a leitura e a interpretação de gráficos e tabelas, permitindo estimativas, inferências a partir de análise de dados, estratégias de resolução, argumentação e exposição de ideias. 

Muito mais que apenas conteúdos, a Matemática em nosso Colégio é considerada uma ciência viva, por meio da qual raciocínio lógico, autonomia e criatividade são fundamentais.

A menina que queria ser professora



História do Colégio Stocco contada pelos estudantes do 6º ano

O que dizer de um sonho realizado?

O início de uma trajetória que se torna realidade e o orgulho de fazer 65 anos dedicados à educação de nossos filhos.

Sim, essa é a história do Colégio Stocco.

Tudo começou com a terceira filha de dez irmãos, em Cordeirópolis, onde iniciou o estudo primário, hoje fundamental. Em Viradouro, interior de São Paulo, terminou a 4º série em 1930.

Sabemos que antigamente era muito difícil continuar os estudos e foi isso que aconteceu. Dos dez aos quinze anos, nossa menina sonhadora parou de estudar. Sabia que esse grande sonho estava cada vez mais distante. Mas aos poucos o curso do rio de sua vida foi mudando.

Seu pai foi premiado com um bilhete de loteria e, com isso, pôde continuar seus estudos. Terminou a 8º série com 24 anos de idade.

Morando em Santo André, aos 26 anos, finalmente matriculou-se na escola onde a faria professora. Formou-se em 1947, casou-se e iniciou sua carreira no “Grupo Escolar Gabriel Oscar de Azevedo Antunes”, onde lecionou por 30 anos e aposentou-se em 1978.

Em 1954, sua filha, na época com dez anos, precisou de um auxílio para o Curso de Admissão para ingressar no Instituto de Educação Américo Brasiliense. Muito concorrido e com poucas vagas, a auxiliou nos estudos e obteve sucesso.

As mães, ao verem o bom resultado de sua filha, perguntaram onde ela havia se preparado. Foi aí que surgiu a primeira turma de admissão, consequentemente o Colégio Stocco.

Na época, sua casa era onde é nossa arquibancada. Pequena, precisou ampliar, pois estava atendendo 40 crianças em uma sala.

As salas foram aumentando, construíram os prédios, profissionais foram contratados e o Colégio foi crescendo.

E hoje, completamos 65 anos de uma história viva, de um amor à educação, de um alicerce, de persistência, de otimismo e, acima de tudo, afeto.

Agradecemos profundamente fazermos parte dessa história.

E que venham mais anos para comemorarmos esta conquista!

Obrigada, D. Alzira, por nos deixar essa herança de ensinamento e amor.

Combate ao Bullying e à Violência na Escola



Atualmente temos escutado e presenciado ondas de violência por toda a parte. Algumas têm acontecido longe de nossos olhos e outras bem próximas. Isso é assustador!

Um dos assuntos mais comentados nos últimos anos e que tem a ver com esse contexto é o Bullying, um problema mundial, que sempre existiu, e que foi assim denominado pelo pesquisador sueco, Dan Olweus.

De acordo com nossos estudos, ele pode acontecer em diferentes locais, bastando existir a relação interpessoal, e se refere a atitudes entre pares, agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivações aparentes e executadas por uma ou mais pessoas, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir alguém que não tem capacidade de se defender ou que não consegue se defender.

Para nós, nem toda violência é Bullying, mas todo Bullying é violência. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência. Frequentemente, quem pratica essas ações não tem empatia, ou seja, não se coloca no lugar do outro e não se importa com ele. Infelizmente, nem toda vítima manifesta à sua família ou aos profissionais o que está sofrendo.

Quando voltamos no tempo, há exatamente dez anos atrás, em 07 de abril de 2009, lembramos que ficamos profundamente entristecidos com o que aconteceu em Realengo, Rio de Janeiro. Em uma escola desse local, crianças foram assassinadas por um ex-aluno que apresentava distúrbios mentais graves, segundo especialistas que analisaram o que ocorreu, e que ele sofria, de acordo com cartas que deixou, de Bullying na instituição em que estudou.

Naquele momento foi elaborado um projeto de combate ao Bullying que não teve aprovação imediata, e somente em 2016 foi publicada a Lei 13.277 que institui o 7 de abril como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola. No Brasil, entre outras leis, temos a 13.663/2018 que estipula entre as atribuições das escolas, a criação de uma cultura de paz, promovendo a conscientização, prevenção e combate a todos os tipos de violência, principalmente a intimidação sistemática.

É importante destacar que muito antes dessas exigências legais, o Stocco já vinha atuando de maneira a repudiar tais práticas que são contrárias à dignidade humana e que sempre contou com a colaboração das famílias para que as ações institucionais sejam efetivas e atinjam os resultados esperados.

Para combater a violência na escola, há alguns anos programamos ações que visam capacitar nossa equipe e famílias, como por exemplo palestras com especialistas nessa temática e participação em concursos como o do Cartaz da Paz, realizados pelo Rotary em Santo André, e, recentemente, criamos o Concurso Cartaz Anti-bullying, realizado pela primeira vez em 2018, a fim de possibilitarmos uma reflexão profunda.

Há pouco tempo, devido ao que ocorreu em Suzano, sem querermos julgar pessoas ou instituições, pois nesse caso cabe a nós solidariedade, fomos impelidos a reforçarmos procedimentos de segurança em nosso Colégio e adotarmos providências em relação aos acessos ao interior da escola, por ex-alunos (que sempre serão bem-vindos), pelas visitas para conhecerem nosso trabalho e matricularem seus filhos, assim como a presença de prestadores de serviços em nossas instalações. Asseguramos que medidas foram adotadas e que não divulgaremos algumas delas para evitar vulnerabilidades.

Nessa oportunidade, destacamos que temos constatado na sociedade o Cyberbullying, que vem acontecendo por causa da expansão das tecnologias dainformação (redes sociais, e-mails etc.) e celulares. Para abordagem desse tema, convidamos a advogada Alessandra Borelli, Diretora Executiva da Nethics, para ministrar palestras aos estudantes e famílias, que destacou, entre outros aspectos, que “até pessoas que apenas compartilham ou comentam podem ser denunciadas em crimes digitais.”

Queremos nos UNIR para que JUNTOS, possamos extinguir atitudes inapropriadas, inaceitáveis, que denigrem a imagem das pessoas, causam dor, sofrimento e que afetam relacionamentos. No Stocco, promovemos uma convivência respeitosa e ética entre todos- estudantes e profissionais- quer seja no modo de pensar ou agir, livre de preconceitos, com acolhimento e sem exclusões de nenhuma natureza!

Orientamos para que famílias também conversem com os filhos sobre esses assuntos e tragam para nós situações que queiram compartilhar.

Sugerimos determinadas colocações que podem contribuir para esse diálogo com eles, tais como:

  • Você sabe o que é Bullying?
  • Algum colega pratica Bullying? Algum colega sofre Bullying?
  • Em alguma situação ajudou quem sofre (ou sofreu)
    bullying? Contou para alguém que pudesse ajudar?
  • Já presenciou situações de Bullying? Se afirmativo, o que fez?
  • Durante as aulas alguém sempre fica de fora no momento de montagem de grupos ou formação de times? Em sua opinião isso é Bullying? Por quê?

Por meio de projetos de prevenção e combate na escola, e do trabalho constante com os estudantes, esperamos que eles sejam capazes de colocar em prática atitudes positivas e criar estratégias de resolução de conflitos.

Nossa escola é acolhedora e humana e se solidariza com as crianças e adolescentes que precisam de apoio para resolver situações de conflitos, Bullying e Ciberbullying, que são inaceitáveis.

 

Professora Dra. Jozimeire Angélica Stocco de C. N. da Silva
Diretora-Geral das Unidades 1, 2 e 3, Diretora Pedagógica da Unidade 1, Pós-doutorado e Doutorado em Educação pela PUC/SP, Mestra em Educação, Especialista em Educação Infantil.

Copo descartável: seus impactos e suas alternativas



Diante de tantas informações e circunstâncias, qual importância de conscientizar nossos estudantes a zelar pelo meio ambiente?

Nos últimos anos, nos deparamos com situações melancólicas e com o descaso em relação ao planeta Terra.

Pensando nisso, nós do Colégio Stocco iniciamos a campanha contra o copo descartável dentro do nosso espaço escolar.

Sabemos que a tarefa é árdua! O costume e a praticidade dificultam a evolução do projeto, mas precisamos iniciar com a semente do bem.

Por que o Colégio Stocco trocou o copo descartável por copos individuais?

Em conversa com nossos estudantes, explicamos que o copo descartável é o resíduo sólido urbano de maior potencial para reciclagem no mundo. O Brasil produz cerca de 100 mil toneladas de copos plásticos por ano, mas, infelizmente, as práticas de descarte são inadequadas ao meio ambiente.  De acordo com o relatório do Programa da ONU, produtos plásticos, como talheres, copos e embalagens de comida, formam 80% do lixo marinho.

            Os copos de plástico descartáveis são produzidos a partir de poliestireno, componente derivado do petróleo, que é uma fonte não renovável de matéria-prima. Produtos fabricados a partir desse material não são biodegradáveis, fazendo com que o tempo no meio ambiente seja muito longo, levando mais de 450 anos para serem decompostos pela natureza.

Existe alguma alternativa? Várias, para a nossa sorte, e precisamos cada vez mais buscar por elas. Por isso, seguem algumas dicas abaixo:

  • Ande sempre com o seu copo reutilizável dentro da bolsa;
  • Seu copo reutilizável pode ser de inox, vidro, porcelana ou até de plástico durável;
  • Na escola, adote uma caneca ou copo para chamar de seu;
  • Na sua vida social, opte por copos duráveis. Caso o restaurante/lanchonete ofereça de plástico descartável, peça um de vidro e explique o motivo pelo qual você está fazendo esta troca, às vezes rende até uma boa conversa sobre o assunto.

Quer saber uma curiosidade?

Nos EUA, especificamente em Nova Iorque, já existem copos comestíveis. A fórmula é de gelatina, e se o consumidor não quiser comer, poderá adubar suas plantas.

Depois de todas essas informações, a reação dos estudantes com o Projeto nos surpreendeu. Percebemos que houve um engajamento com a proposta. Acreditamos que tudo seja uma questão de hábito e estamos no caminho certo para isso.

 

Usina fotovoltaica do Colégio Stocco



Uma iniciativa de produção e uso de bioenergia sustentável

Não há quem visite o Stoquinho e não se encante imediatamente com as belezas naturais conservadas no interior do seu ambiente: pomares, hortas, bosques, jardins, gramados e muito espaço de fruição.

É nesse espaço natural que a aprendizagem acontece e logo a criança está explorando, pesquisando, aprendendo e desenvolvendo o seu pensamento. Acreditamos que o meio favorece e estimula o conhecimento, alimentando o desejo natural em aprender.

Os sentidos são aguçados no Stoquinho e, junto deles, novas percepções associam-se à inteligência dos estudantes, dos professores, dos funcionários, dos dirigentes…

A luz do verão traz tanto brilho nos espaços gramados que no passado inspirou Dona Nena, cofundadora do Colégio Stocco, a compor diversos poemas sobre a natureza, sobre o sol, sobre as flores. Esses poemas sussurraram ideias à nova geração stoqueira; e belo dia… um insight: – Com tanto espaço e sol, por que não gerar a própria energia elétrica e tornar-se autossustentável? 

Acreditamos que seja possível contribuir para a proteção do planeta, gerando e consumindo bioenergia sustentável. Tendo tomado como referências o Acordo de Paris e a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) brasileira, das quais têm como objetivo o combate ao aquecimento global, propusemos o próprio engajamento no aumento da participação da geração e consumo de energia derivada de recursos renováveis e abundantes. Nossa opção foi investir de forma arrojada em energia solar.

A energia solar é proveniente da luz e do calor do sol, sendo considerada uma fonte de energia renovável e sustentável. Ela é aproveitada e utilizada por meio de diferentes tecnologias, tal como o aquecimento solar, a energia solar fotovoltaica, a energia heliotérmica e a arquitetura solar.

A Associação Nacional de Energia Elétrica – ANEEL expediu a resolução normativa 482/12 que estabelece as condições para acesso de microgeração e compensação de energia elétrica, favorecendo e encorajando o investimento em geração de energia elétrica pelo sistema fotovoltaico. O excedente de energia produzido, principalmente em época de férias escolares, feriados ou finais de semana, não é desperdiçado, nem tampouco são requeridos investimentos em baterias para armazenamento, haja vista que a sobra de energia é entregue à concessionária por meio da rede de distribuição pública de eletricidade, gerando créditos que retornam sem ônus no período que se fizer necessário.

A opção do Stocco foi construir uma usina fotovoltaica sobre a laje da Unidade 2 do nosso Colégio, pois havia condições imensamente favoráveis para sua instalação, tais como ausência de sombreamentos, irradiação solar face norte e as dimensões oportunas.

O processo de se obter energia elétrica por meio da luz solar é chamado fotovoltaico. A palavra “fotovoltaico” é um neologismo, justapondo-se o termo grego φως (fos) que significa “luz”, ao “volt” –  unidade de força eletromotriz. “Volt”, por sua vez, vem do sobrenome do físico italiano Alessandro Volta, inventor da pilha, finalizando com o sufixo latino “ico”, que exprime ideia de semelhança.

Fotovoltaico é definido por um efeito que se trata do surgimento de uma diferença de potencial nas extremidades de um material semicondutor, tal como o silício, do qual se produz energia elétrica pela retenção da luz. A célula fotovoltaica é a unidade fundamental para esse processo.

Enquanto os combustíveis fósseis produzem poluentes, o processo de geração a partir do sistema fotovoltaico não emite gases nocivos à saúde que contribuem para o aquecimento global.

 

 

 

 

 

 

 

A usina visa reduzir em quase 100% os custos com energia elétrica das Unidades 1 e 2, conforme demonstra o gráfico:

A produção é gerada em corrente contínua, e um dispositivo chamado inversor converte a energia contínua em energia alternada. Acompanhe o esquema desenhado pela empresa Potenza de energia fotovoltaica, construtores da nossa usina:

Após a instalação de 157 painéis fotovoltaicos monocristalinos e o aparelho inversor, o último dispositivo a ser instalado é o medidor bidirecional, o famoso “relógio de luz” que, nesse caso mensurará não só o consumo, mas também a entrega de eletricidade à concessionária.

A usina fotovoltaica será estudada, a seu tempo, pelos nossos próprios alunos com seus professores, pois envolve conceitos em diversas áreas do currículo escolar, tais como física, matemática, geografia, entre outras.

É o Colégio Stocco fazendo sua parte para o bem do nosso planeta!

 

Para saber mais:

www.aneel.gov.br/geracao-distribuida

www.absolar.org.br/

www.mma.gov.br

                                                              INAUGURAÇÃO EM MARÇO

Renovando Compromissos Digital 2019



Prezadas famílias,

O Colégio Stocco inova a cada dia.

Este ano vocês puderam acompanhar todas as reformas e reestruturação em nossos espaços físicos.

Por meio do nosso Renovando Digital, compartilhamos todas as nossas inovações e mudanças nas propostas para o Ensino Fundamental para o ano de 2019.

Realizem o download do arquivo em um dos seus dispositivos e conheça o que preparamos para nossos Stoqueiros.

Renovando Compromissos Digital 2019

Do plantio à colheita: crianças da Educação Infantil vivenciam processos produtivos agrícolas



Estudantes de 1 a 6 anos, do Stoquinho, aprendem regras sociais de valor, respeito e cooperação em ações de integração com a natureza.

Colocar a mão na massa, ou melhor, na terra, é a especialidade dos estudantes do Stoquinho. A maioria das brincadeiras acontece ao ar livre, em parquinhos na areia, pula-pula em pneus, tobogã no meio de árvores, esconde-esconde na casa do Tarzan, mas o momento mais esperado é quando as crianças arregaçam as mangas para participar ativamente de processos de plantio, cultivo e colheitas.

Em meio a uma área de 27 mil m² de área verde, alunos de 1 a 6 anos são convidados a interagir diariamente com diversos elementos da natureza, explorando sensações, cheiros e sabores. Tudo acontece com o acompanhamento de um engenheiro agrônomo, que prioriza as atividades de acordo com a faixa etária e as necessidades de aprendizado nessa fase.

(Crianças se divertindo no tobogã)

Viver o processo é a premissa de todas as ações, independentemente da idade. Aos 5 e 6 anos, por exemplo, as crianças estudam sobre a cana e o café e desenvolvem propostas em nosso canavial e cafezal. “Há um momento em que uma pessoa, vestida de boia-fria, aparece para conversar com elas e contar como é o dia a dia em uma plantação. Os olhinhos dos pequenos até brilham de tanta realização”, conta Marta Mergulhão, coordenadora pedagógica do Stoquinho. “As crianças precisam entender que sobrevivem com o que plantam. Necessitam conhecer a origem, por exemplo, daquele açúcar comprado em saquinho no supermercado”, comenta ela.

(Canavial do Stoquinho)

Quando o assunto é café, os alunos estudam sobre plantio, cultivo, tipos de café, formas de colheita, secagem e torragem. “Todos aprendem a usar o pilão, moer o café e participam ativamente do processo de torragem”, descreve Marta.

Em relação às crianças mais novas, os primeiros contatos e vivências compreendem a apresentação das plantas como um ser vivo e a necessidade delas em receber água, sol e orvalho. Com 2 anos, o tradicional plantio de feijão em copinho, dá lugar ao plantio na própria terra, sujando literalmente as mãos e relacionando o crescimento da planta com aquele simples plantio da semente. Já aos 3 anos, o objeto de estudo é a bananeira e todas as suas particularidades. E, aos 4 anos, diversos projetos sobre sementes, adubos e até uma minhocaria na própria terra.

(Crianças observando e cuidando das flores)

Fátima Gongora, também coordenadora pedagógica do Stoquinho, acredita que as experiências são enriquecedoras para a primeira infância. “As crianças ganham, por meio de cada vivência, uma consciência natural sobre cuidados com a natureza e a importância de preservá-la, além de enraizar atitudes colaborativas, de respeito ao outro e ao seguimento de regras ao participar de atividades em grupo e de convívio social”, diz ela.

A vida escolar dos filhos



Famílias que dizem “somos presentes!”

Uma das questões que nós professores e diretores de escola mais mencionamos é  que por meio da participação, do envolvimento e da colaboração que permeia a parceria entre família e escola, crianças e jovens percebem que todos têm o mesmo desejo: o sucesso escolar.

No tripé em que o estudante é protagonista e os adultos coadjuvantes, espera-se o empenho de cada um para que o conhecimento seja potencializado.

Queremos propor para que pensemos em tudo que já fizemos e no que  ainda faremos para que 2018 seja de êxito para todos nós. É oportuno fazermos um balanço de janeiro até agora. O que foi realizado ou deixou de ser em relação a essa participação na vida escolar dos filhos?  Escrever uma lista contendo as respostas e buscar atingir as metas que ainda não foram alcançadas pode dar trabalho, mas poderá ser um roteiro a fim de alcançarmos os resultados gratificantes.

Para quem conseguiu estar mais presente e dedicado naquilo que se propôs, a dica é manter o foco, permanecer junto, lutando sempre.

Compartilhamos 10 regras de ouro que ajudam a estreitar o relacionamento da família com a escola, no que diz respeito ao desempenho escolar dos filhos e a adotar algumas ações, se necessário, para que eles percebam que nós, os adultos, os valorizamos e temos interesse no que eles fazem:

1 – Participar de todos os eventos da escola. 

2- Ler os comunicados enviados por agenda, e-mails e aplicativos.

3- Acompanhar os estudos, o rendimento nas avaliações e as notas que são divulgadas.

4- Estabelecer rotina e tempo para estudos e lazer.

5- Fortalecer os vínculos entre os membros da família e os da escola, lembrando que conseguirão proporcionar uma educação de qualidade, sendo que cada um tem um papel a desempenhar.

6-Fazer perguntas aos educadores sobre o que precisam saber sobre o desenvolvimento escolar.

7 – Ler os relatórios enviados pela instituição sobre o desempenho dos filhos.

8- Ter interesse por conhecer as amizades que eles têm, o que postam nas redes sociais e quem são os amigos virtuais.

9- Estimular ou instigar as iniciativas de estudos, valorizar as conquistas e acompanhar as lições de casa e, caso os filhos não compreendam algo, encaminhar para os professores essas demandas.

10- Prestigiar os trabalhos e apresentações propostas pela escola e desenvolvidas pelos filhos.

 

Conforme afirmamos, a escola e a família precisam permanecer parceiras.

A confiança na instituição é fundamental. Independentemente da situação, permaneçam presentes!

Temos certeza que as nossas crianças e jovens agradecem.

 

Professora Dra. Jozimeire Angélica Stocco de C. N. da Silva
Diretora-Geral das Unidades 1, 2 e 3, Pós-doutoranda em Educação pela PUC/SP, Doutora em Educação pela PUC/SP,  Mestra em Educação, Especialista em Educação Infantil.