Autonomia dos Filhos: a opção é sua, porém…



O que desejamos para o presente e futuro dos nossos filhos em relação à autonomia? O que precisamos realizar para que se tornem sujeitos autônomos e saibam tomar decisões?

Essas duas questões pautam o que nesse mês eu desejo compartilhar com os leitores a partir da minha perspectiva como mãe e educadora. No meu cotidiano eu procuro me colocar no lugar das famílias quando preciso aconselhá-las.

Cada uma tem um jeito peculiar de educar, influenciada pela cultura, religião, valores e tradições, entre outros aspectos que tornam a formação das crianças e adolescentes algo bem complexo. Desse modo, quando exponho ideias, tenho a intenção de cooperar, de alguma maneira, com sugestões e encaminhamentos que foram construídos ao longo da minha vida e experiência. Ao observar diariamente as crianças e adolescentes com os quais tenho contato, noto o jeito que cada um tenta resolver seus problemas, lida com situações inusitadas, expõe pensamentos, argumenta e relaciona-se com o outro. É muito interessante perceber a multiplicidade de ações e reações que são decorrentes daquilo que aprendem, compreendem e relacionam no universo no qual estão inseridos.

Uma das questões que têm me chamado a atenção é o desenvolvimento da autonomia. Esse tema é bastante amplo e por essa razão, me posiciono de uma maneira abrangente, que contribuirá para a compreensão do que é importante e foi considerado no que diz respeito as orientações a seguir.

Entendo que ela é a capacidade que o ser humano desenvolve de autogovernar-se, de tomar decisões, sem ter que depender do outro, mesmo que na convivência diária haja interação e múltiplas situações de aprendizagem e de internalização. O caminho para a autonomia é diário e constante e pode ser possibilitado pelos adultos que têm a responsabilidade de educar. Nesse sentido, percebo que algumas famílias optam por incentivar os filhos, conforme eles crescem, a agir de maneira que possam tomar pequenas decisões desde o que comer ou a escolha de uma peça do vestuário, e outras que, mesmo diante do crescimento dos filhos, não oportunizam as decisões mais simples.

Assim, alguns vão se mostrando mais independentes do que outros. Ousam dizer o que pensam, o que desejam, enquanto há aqueles que sobre qualquer assunto, precisam ouvir sempre o que o adulto ou um amigo mais próximo tem a dizer, para agir exatamente como foi sugestionado. Saber fazer escolhas, dizer sim ou não, sem ter receio de se posicionar, argumentar sobre os mais diversos assuntos, faz parte do amadurecimento do ser humano e nós podemos incentivar e possibilitar situações em que os filhos desenvolvam a autonomia e a inteligência emocional.

Quando eles são muito pequenos fazemos (e temos que fazer) muitas coisas por eles, mas quando começam a crescer, qual a nossa concepção sobre a autonomia que desejamos ou queremos dar? Qual cultura de cooperação oportunizamos em nossos lares? Quais são as atividades que a família realiza em casa e pode delegar no todo ou em parte ao filho? Como a família procede para ajudar nas lições de casa sem fazê-la pelo filho? Precisamos desenvolver a atitude de nos questionarmos para darmos sentido aquilo que desejamos e precisamos realizar desde a mais tenra idade das crianças e adolescentes, a fim de que possamos contribuir com a formação deles, pois só assim encontraremos caminhos para incentivá-los a serem sujeitos autônomos, que saibam o que querem para suas vidas, sem que sejam nossos dependentes além do necessário.

Não há receitas, mas há indicadores que nos mostram o quanto estamos predispostos a dar essa liberdade de ação, com orientação e supervisão. A autoridade dos pais e responsáveis é imprescindível para que os filhos percebam limites e conquistem a confiança que tanto desejam e percebam que, no caminho da autonomia, há responsabilidade e consequência, que a liberdade tem um preço, que os direitos e deveres caminham juntos. Todavia, a formação não é exclusividade da família. Quando essa escolhe a escola do filho, por exemplo, há o início de uma parceria para a educação, com os valores, princípios norteadores e metodologias de ensino adotadas pela instituição. Uma decisão que tem um papel relevante na construção de valores, ideologias e condutas na formação individual. Compreendo que o que se passa na escola pode afetar a rotina do estudante e de sua família, assim como acontecimentos em família podem afetar a convivência e desempenho no espaço escolar. Os processos de desenvolvimento são individuais, mas o meio tem grande influência. Assim, essa parceria tem que dar certo!

Ressalto que a autonomia que proponho a ser instigada aos filhos é aquela que está acompanhada de responsabilidade, de codependência quando necessário, de liberdade quando possível, e de muito diálogo sempre, para que se verifique se eles estão prontos para agir numa determinada situação e se não estão, por que não estão? De acordo com as respostas é que juntos pensarão em como solucionar o contexto e avançar nas conquistas. Nem sempre eles terão os mesmos desejos que você, mas quando isso acontecer, mostre seu posicionamento, argumentando e dando voz e vez para eles. Apesar de não conhecer a realidade de cada família, deixo algumas sugestões para serem praticadas:

1) Que tal implantar uma roda de conversa a fim de dialogar sobre as regras de convívio, revisitando-as, revendo-as ou reforçando-as?

2) Na hora do almoço ou do jantar, é interessante focar nos assuntos de interesse comum, sem distrações. O foco nesse momento é a família.

3) Estabelecer algumas metas de autonomia para cada filho, de acordo com a idade e aproveitar para mostrar que cada um tem responsabilidades é uma proposta que fortalece os vínculos em família.

4) Estimular os filhos a falarem sobre os sonhos deles e aproveitar esse momento para descobrir o que cada um pensa e deseja para si, é uma oportunidade para descobertas e planejamento de ações.

5) Ouvir o que eles têm a dizer para você, é um jeito de mostrar que sabe escutar e que é alguém que merece ser escutado, independente de ser a autoridade da família com a qual eles têm o melhor relacionamento.

6) Nessa convivência em família cada filho pode aprender a ser autônomo e quando tiver que fazer escolhas, pensar em três perguntas: quero? Posso? Devo?

Quem nossos filhos são hoje e o que serão no futuro depende, em parte, do que estamos escolhendo, fazendo ou decidindo no presente, junto com eles ou por eles.

 

Professora Dra. Jozimeire Angélica Stocco de C. N. da Silva
Diretora-Geral das Unidades 1, 2 e 3, Pós-doutoranda em Educação pela PUC/SP, Doutora em Educação pela PUC/SP,  Mestra em Educação, Especialista em Educação Infantil.

 

Texto publicado em: https://chk.com.br/autonomia-dos-filhos-a-opcao-e-sua-porem/

Fim das férias escolares: o ócio e o tempo de estudo



Últimos dias de férias escolares e as crianças já começam a ficar apreensivas para o reencontro com os amigos, mas também com a retomada do ritmo escolar, com cumprimento de horários e estudos. Essa apreensão, apesar de normal nesse período, acaba preocupando pais e cuidadores, especialmente ao que se refere à transição entre o tempo ocioso e a volta às aulas. Alguns se preocupam com a necessidade de uma nova adaptação. Outros, com as possíveis dificuldades a serem enfrentadas com a volta das responsabilidades.

Primeiro temos que compreender que os tempos se misturam, não há uma barreira que imponha limites entre o tempo de ócio e o tempo de estudo.

Nada de compreender que as férias tenham servido para recarregar baterias, pois nessa ideia há uma ideologia mecanicista bastante cruel que sussurra aos ouvidos da mente que homens sejam máquinas e que as escolas são subservientes aos meios de produção e por isso são em sua essência opressoras e desgastantes. Férias e aulas devem viver em harmonia, ambas a serviço da pessoa, ambas precisam coincidir na felicidade; e embora sejam tempos bem distintos, nas duas devem ocorrer muitas aprendizagens. 

Estudantes se divertindo no Stoquinho em período de férias escolares

As férias não devem ser consideradas apenas como um tempo de dar bobeira, embora ficar sem fazer nada tenha que fazer parte dela. As férias costumam ser um tempo que a criança ressignifica o que aprendeu na escola. Repare a alegria de uma delas, que ao ter acabado de apreender sobre o bioma dos pampas, no Ensino Fundamental, tenha viajado pela primeira vez ao sul do Brasil e norte do Uruguai. A criança se coloca no contexto social como um indivíduo interessado e mais maduro. Isso que é férias, isso é que é vida!

Penso que haja dois movimentos bastante básicos e fundamentais à mente, são eles: a ação e a reflexão. E ação e reflexão estão presentes nas férias e nas aulas.  Se nas férias não tiver havido tempo para a ação de aprender, de ressignificar, ler e aplicar a inteligência no desenvolvimento privilegiado do que mais gosta, bem como se não tiver tido tempo para uma completa reflexão sobre o semestre que passou, considerando as alegrias que viveu, as frustrações e dificuldades que encontrou, terá desperdiçado tempo preciso para ter se oportunizado ao crescimento.  

Após as férias, a rotina é retomada e o ritmo deve estar impregnado no modus vivendi do estudante, enquanto ser e os estímulos bem dosados, nunca excessivos e nunca ausentes.  A alternância equilibrada entre ação e reflexão deve permear todo o tempo da vida. Quando se fala em ritmo/estímulo também deve-se buscar equidade, pois se o ritmo for em descompasso ao estímulo proposto, certamente haverá desperdício de tempo ou de conteúdo.  Manter a mente ativa independe da atividade, e não existe o contrário disso para o ser humano, isto é a inatividade, pois quando a inatividade ocorrer para nós, deixamos de ser. 

Atividade artística realizada nas férias escolares

E, em se falando de rotina: uma palavra dura, que remete ao monótono, ao enfadonho, a mesmice. Em primeira análise, rotina lembra algo mecânico e bem chato. No entanto, precisamos compreender que rotina significa seguir uma rota e segue uma rota quem tem um norte, um objetivo para se alcançar, tem rotina quem compreende que seguir uma estrada não significa ver todo dia a mesma paisagem, pois o dia e a noite se alternam, bem como as estações do ano modificam o que se pode avistar ao longo do caminho. 

A rotina nada mais é que um atalho, um catalizador de sonhos, se eu quero chegar ao meu destino, a estrada, com segurança, pode me conduzir até ele, assim é a rotina. Eu posso fazer dela algo diferente, mas essa diferença estará dentro de mim, encarando que para eu poder criar novos caminhos, descobrir novas rotas preciso aprender com aquelas que já foram abertas. A rotina deve ser encarada como forma de alternância e não de repetição sem significado. Fazer com que os filhos prestem atenção nos detalhes, certamente contribuirá para encararem que a rotina não seja enfadonha, mas sim sutil, eu percebo que o jardim da escola pode estar diferente, que o cabelo dos amigos pode ter mudado, que o perfume da professora pode ser outro, ao mesmo tempo que eu reencontro a segurança de manter as amizades que conquistei, o conhecimento que tenho sobre as coisas e principalmente a conservação do sentimento de pertença.   

É importante que se reserve um tempo para a reorganização e quando se trata disso, compreendo que deva fazer parte da reorganização a própria reafirmação ou ruptura do que já estava sendo feito ou minimamente que seja uma revisão dos tempos e formas de como lidamos como o cotidiano dos tempos de aula. Os pais sejam primeiramente modelos inspiradores para seus filhos, mas não só modelos, mas sim integradores de um tempo onde não só os filhos, mas toda família, se reúne para uma atividade comum: planejar o segundo semestre, de forma que com tranquilidade e tempo suficientes possam fazer desde um simples arrumar de armários até mesmo uma reforma daquela planilha do cotidiano que habitualmente fica pregada na porta da geladeira. 

Arte realizada pelos estudantes durante as férias escolares

Por Prof. Roberto Belmonte Júnior – Pedagogo e Diretor Pedagógico do Ensino Fundamental no Colégio Stocco desde 2009 com formação em Administração Escolar, Filosofia, Filosofia da Educação, Didática e Sociologia da Educação.

Colégio Stocco potencializa ensino com aulas de Robótica Educacional


A Robótica Educacional potencializando o ensino dos estudantes do Colégio Stocco

O mundo mudou, a maneira de aprender e de ensinar também sofreram mudanças. E é por tudo isso, que o Colégio Stocco tem um olhar especial para a educação tecnológica. Aprender de maneira diferente, por meio das tecnologias, essa é uma das principais funções dos estudantes do ensino fundamental durante as aulas e eventos de robótica. Não se trata de uma aula solta, de um curso extra que está presente só por estar.  Desde os primeiros anos do ensino fundamental I, os estudantes realizam montagens desafiadoras. Nas montagens passo a passo trabalham conceitos tecnológicos de maneira mais específica.

Já nas montagens com temas, eles partem de uma situação problema, uma imagem ou até mesmo um conteúdo trabalhado em sala de aula, tais como meio ambiente, meios de transporte, raciocínio lógico entre outros, desafiando nossos estudantes a colocarem em prática o que já aprenderam, além de exercitarem o trabalho em equipe, aspectos cognitivos, sociais e emocionais.

Estudantes desenvolvendo projeto na aula de robótica
Estudantes em aula prática de robótica

 

 

 

 

 

 

 

     

A dinâmica dos estudantes do 5º e 6º ano nas aulas de robótica aplicada no Colégio Stocco 

A partir do 5º ano, os estudantes começam a motorizar suas construções, sejam em montagens passo a passo, seja em montagens com temas que eles tenham desafios. A programação começa a partir do 6º ano. Começamos com a introdução do que é algoritmo e desafios com programação em blocos, como no site programae.org.br, no qual com jogos de trilhas eles aprendem de maneira lúdica a utilizar lógica de programação. Tudo isso para que sejam capazes de programarem seus robôs nos mais diferentes desafios. E não podemos deixar de mencionar a presença constante da matemática, seja nas construções, como também nas programações, pois eles sempre são desafiados a criar e desenvolver estratégias durante todo o processo.

Estudantes programando em aula de robótica
Estudantes analisando projeto na aula de robótica

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                                            Colégio Stocco participa de campeonatos internos e externos de robótica

Estudantes e professora do Colégio Stocco recebem premiação na OBR

Além de tudo isso, o Colégio Stocco tem um olhar diferenciado quando se trata de campeonatos. Participamos todos os anos da OBR – Olimpíada Brasileira de Robótica, levando alunos do 6º ao 9º ano a trabalharem programações avançadas, trabalho em equipe e resoluções de problemas. E ainda falando em campeonatos, temos o nosso campeonato interno de robótica, o Robotocco. Sendo esse também um grande diferencial do nosso colégio. Tudo acontece com um tema específico apresentado através de diversos desafios. A partir daí, os estudantes devem criar seus robôs a fim de executar os desafios. Mais uma vez eles são estimulados a trabalhar em equipe, a realizar uma competição saudável e a exercitar a resolução de problemas.

Protagonismo é o que move a educação tecnológica do Colégio Stocco. Porque o que nós acreditamos é no estudante como protagonista no processo de aprendizagem.

 

 

 

Clique na imagem abaixo e confira o vídeo:

 

 

Projeto Inovar: tempos de mudança para o Colégio Stocco


Colégio Stocco moderniza e desenvolve o que seu filho merece

Novos tempos chegaram e com eles novas ideias e grandes oportunidades. O Colégio Stocco, tradicionalmente forte na qualidade de ensino, apresenta sua proposta de melhorias para 2018 e 2019. Ampla e abrangente, ela traz diversas inovações – de modernização dos ambientes a novos projetos pedagógicos. Saiba quais são essas inovações a seguir.

Nossa escola chegou ao século XXI com um ensino forte, de qualidade e que se revela nas conquistas que obtivemos ao longo desses anos em olimpíadas, campeonatos, jogos escolares…

Mais a maior delas é a formação de gerações formadas há mais de seis décadas, o que demonstra que o nosso compromisso se mantêm desde a fundação.

Dessa maneira, avançamos no tempo sem perder a nossa essência da qualidade imprescindível na educação.

Por isso, estamos mudando e inovando, com ousadia e inteligência. Reestruturando nossos espaços, modernizando-os, para ampliar as possibilidades de aprendizagem e construção do conhecimento pelos nossos estudantes a fim de que vivenciem as melhores práticas para a formação deles e consigam enfrentar desafios no mundo contemporâneo.

Modernização ampla, abrangente com foco no estudante

Por meio de novos projetos inovadores em tecnologia, inglês e outras áreas e da aquisição de equipamentos de alta tecnologia, os estudantes têm oportunidades de aprender, de investigar, criar e desenvolver as múltiplas inteligências, pois afinal são pessoas únicas e com grande potencial.

Sabemos que as práticas pedagógicas inovadoras são fundamentais para estimular a busca do conhecimento e para um processo de formação dos indivíduos.

Em espaços diferenciados e adequados para o uso das tecnologias, tais como a Sala de Robótica, o Espaço Maker, o Digital Land e a Biblioteca, o Stocco permite-se continuar crescendo e se renovando.

Mas não é só isso.

Nosso complexo educacional é composto por auditório, piscina (recentemente reinaugurada) [Matéria – Reinauguração da piscina], Casa de Tarzan, Casinha de Bonecas, Tobogã, hortas, pomares, parques diferenciados, quadras coberta e descoberta, parede de escalada, refeitórios, salas com recursos multimídia, laboratório, entre outros espaços que privilegiam a formação de nossas crianças e jovens.

Estamos expandindo nossos serviços com qualidade e com vitalidade permanentes, com inovações que impactam na gestão pedagógica, administrativa e nas práticas docentes, investindo nos alunos, nos professores e na equipe técnica.

Acompanhe a lista completa de inovações da primeira fase do Projeto Inovar

Unidade 1

– Modernização da casinha de bonecas – mobiliário e decoração;

– Novo tobogã integrado à natureza;

– Nova Casinha do Tarzan;

– Novo Mirante do Canavial, com vista para toda a área verde do Colégio;

– Novos bancos de madeira espalhados pelos jardins;

– Novos galinheiro e novas aves;

– Novo Jardim Sensorial – aromas e texturas;

– Modernização das salas de aula Infantil 5, 1º ano e Sino;

– Reforma da sala dos coordenadores e banheiros do casarão;

– Construção de novo espaço para Infantil 1;

– Transformação do chalé em uma biblioteca;

– Modernização do refeitório e mobiliário;

– Novas placas de sinalização;

– Pintura externa da Unidade;

Unidade 2

– Construção de um circuito gigante de novos brinquedos da Erê Lab;

– Novo tanque de areia colorida;

– Novo teatro de arena integrado à natureza;

– Reforma completa da biblioteca, sala de robótica e informática;

– Aquisição de novos equipamentos tecnológicos, kits Lego e Playtable;

– Modernização do pátio e nova cobertura, para atividades esportivas e recreativas;

– Pintura externa da Unidade

Unidade 3

– Contratação da Tiezzi Arquitetura para renovação dos ambientes e criação de novos espaços;

– Decoração artística pela artista plástica Tânia Turcato;

– Transformação completa da biblioteca;

– Digital Land – novo espaço digital para atividades diversas;

– Sala Maker e Robótica – novo espaço tecnológico;

– Aquisição de máquina de corte a laser – CNC, impressora 3D, lousa digital e outras ferramentas;

– Nova Praça de Alimentação, moderna, bonita e aconchegante;

– Nova sala da coordenação de Educação Física;

– Modernização do salão de jogos e aquisição de equipamentos;

– Novos brinquedos para área externa;

– Nova sala da coordenação pedagógica;

– Revitalização do Lounge;

– Nova sala de música e ensaios com tratamento acústico e disponível aos alunos;

– Revitalização dos corredores do colégio;

– Modernização de todas as salas de aula, com novo mobiliário e equipamentos;

– Novas placas de sinalização;

– Pintura externa da Unidade;

Novas propostas pedagógicas, mesmos fundamentos

As mudanças constantes na sociedade e a chegada de novos recursos nas diversas áreas do conhecimento nos leva a refletir sobre as formas de aprender e ensinar nesse século.

Nossa Proposta Pedagógica vem ao encontro desse novo tempo, que exige a contribuição das escolas para o desenvolvimento do pensamento crítico, autônomo e ético dos alunos perante a sociedade.

O Stocco sempre trabalhou pedagogicamente neste sentido e, com a criação de ambientes e a chegada de novos equipamentos, mais uma vez tem a oportunidade de inovar também nesta área, portanto, novos projetos pedagógicos seguirão as inovações anunciadas.

Esta é a primeira fase de inovações do Colégio Stocco, oferecendo a modernização e o desenvolvimento que os estudantes merecem.

 

Clique na imagem abaixo e confira o vídeo:

Projeto Inovar: tempos de mudança para o Colégio Stocco

 

 

Projeto Inovar: Renovação da Casinha de Boneca



Vamos brincar! Casinha de Boneca do Stoquinho ganha graciosa transformação!

Há trinta anos o Colégio Stocco, pensando em inovar, construiu uma encantadora casinha de boneca toda em alvenaria e recoberta com telhas de barro de verdade. Ela tem terraço e por dentro se divide em três ambientes, um xodó! As crianças sempre se apaixonaram por ela, e há quem tenha pedido para o pai fazer uma réplica dela no próprio quintal de casa.

Nesse tempo de renovação de ideias e espaços, a casinha de boneca do Stoquinho foi totalmente remodelada, ganhou até móveis planejados. Suas janelas foram decoradas com alegres jardineiras floridas e os brinquedos, todos modernizados.   

Reinauguração da Casinha de Boneca

A importância do brincar para o desenvolvimento social infantil

Estudantes brincando na Casinha de Boneca

Os educadores do Stoquinho acreditam que na Educação Infantil a aprendizagem se relaciona com o ato do brincar. Nos 27.000m2 da Unidade 1 do Colégio Stocco, a casinha de boneca representa um dentre muitos outros objetos à serviço do desenvolvimento da criança.

Para a Profa. Regina Ragognette Cassique, psicóloga e Diretora Administrativa da Educação Infantil, a casinha proporciona aos estudantes a realização de jogos simbólicos, atribuindo significados diversos aos seus objetos de forma imaginária e lúdica, além da vivência de papéis sociais diversos, tais como pai, mãe, irmão, tios, avós, dentre outros, que são brincadeiras de extrema importância para o desenvolvimento social infantil.

 

Que tal uma visita? 

Ficou com vontade de ver seus filhos aprendendo nesse espaço? Que tal uma visita, estamos com matrículas abertas para o segundo semestre e day care para o mês de férias.

Janelas da Casinha de Boneca abertas na reinauguração

                                        

 

 

Projeto Inovar: Reinauguração da piscina



Tudo azul! Colégio Stocco reinaugura piscina com alta tecnologia e muitas novidades.

Presença do nosso querido ex-professor João Américo

No dia 18 de maio, em mais uma ação do PROJETO INOVAR,  reinauguramos a piscina do Stoquinho (Unidades 1 e 2). Essa inovação contou com algumas reformas e outras implementações, para ganharmos em segurança, conforto e beleza. Na reinauguração, contamos com a presença de toda a equipe da Educação Física, gestores, estudantes da Educação Infantil, Ensino Fundamental I, a ilustre presença do nosso querido ex-professor, sempre Stoqueiro, João Américo, e de nossos atletas medalhistas de Natação da Unidade 3, Enrico Baiamonte e Lorena Granja Pires. Eles demonstraram diferentes tipos de nado às crianças e tiveram a honra de cortar a faixa da reinauguração.

 

Medalhistas de Natação da Unidade 3, Enrico Baiamonte e Lorena Granja Pires

Foram instalados novos revestimentos internos e externos à piscina, bordas modernas e antiderrapantes com apoio para facilitar a movimentação dos usuários (saída e entrada pelas laterais). Destacamos também os novos blocos de saída profissionais em inox e borracha antiderrapante aproximarão nossas crianças de ambientes esportivos oficiais.Além disso, foram implementados novos ralos seguindo as normas de segurança internacionais, que tornam a piscina mais segura , modernizamos o sistemas de iluminação, com isso melhorando o uso da piscina no período noturno.

Apresentação dos estudantes na reinauguração

Essa ação é um marco importantíssimo para nosso Colégio para termos uma piscina mais moderna, segura e profissional para nossas crianças, bem como pela  importância da prática da Natação para o desenvolvimento motor, que possibilita aos estudantes diversos benefícios no seu dia a dia, tornando-se uma ferramenta de grande potencial.

E que venham mais INOVAÇÕES por ai! Nos aguardem!

Estudantes apreciando a apresentação dos medalhistas
Evento de reinauguração da piscina

 

A importância do brincar na primeira infância



Enquanto eu brinco… um dia só é pouco!

Quando observamos as nossas crianças percebemos o quanto elas gostam de brincar. Brincam com os brinquedos, transformam objetos em brinquedos, conseguem enxergar possibilidades em tudo para interagir com as pessoas e com o meio onde vivem.

Brincar é imprescindível para elas, pois é assim que fazem descobertas, percebem o mundo, aprendem e se desenvolvem socialmente, cognitivamente, emocionalmente e fisicamente.
Em 2018, entre os dias 20 e 28 de maio, acontecerá a Semana Mundial do Brincar cujo tema é “Vem brincar de Corpo e Alma”. Uma semana para destacar para a sociedade a importância do brincar na primeira infância.

Você já ouviu falar sobre a Semana Mundial do Brincar?

A ideia de criar um Dia Mundial do Brincar (28 de maio) foi na 8ª Conferência Internacional de Ludotecas em Tóquio, no ano 1999. De lá para cá se estendeu para a Semana Mundial do Brincar dada a relevância dessa atividade infantil. Em 2018, as brincadeiras voltadas ao corpo e a alma têm relação com o brincar livre, aquele escolhido pela criança, dela estar inteira no momento em que vivencia as brincadeiras.

É uma proposta da Aliança pela Infância, um movimento internacional para uma infância digna e saudável, para que a criança viva essa fase da vida em sua plenitude. De um modo geral, a atuação dos membros é voluntária. No Brasil estão espalhados 32 núcleos que com autonomia atuam e observam a Carta de Princípios a fim de elaborar conhecimentos e propostas relacionadas ao brincar. A Aliança procura inspirar ações que foquem o que denomina do ABCD da criança-aprender-brincar-comer e dormir para que esses direitos sejam garantidos e preservados.

Crianças se divertindo de corpo e alma no Stoquinho

O que fazer nessa semana?

Criança que brinca é criança que desenvolve suas potencialidades. É no contato com as pessoas, com os elementos da natureza e objetos, que ela pode ver como as coisas funcionam e observar as transformações dos elementos naturais, como, por exemplo, quando está a brincar num parque e mistura areia com água. O que ela vê? O que ela sente ao tocar nessa areia? São sensações e descobertas únicas que precisam ser asseguradas. É imprescindível que nos diversos segmentos sociais, principalmente na família e na escola, os momentos de brincar e se divertir de corpo e alma, estar inteira no instante em que brinca, sendo dona do espaço onde brinca e escolhendo o quanto brinca, sejam garantidos.

 

Crianças se divertindo e brincando de amarelinha

Será que é possível?

Essa resposta vai depender do quanto podemos ou queremos nos dedicar às crianças. No dia a dia, nós adultos, temos tanto a fazer… Nossas agendas estão sempre repletas de compromissos que às vezes não conseguimos tempo para dar atenção ao outro, mas é preciso repensar em nossas prioridades e organizarmos a rotina a fim de que os vínculos afetivos sejam fortalecidos. Nossas obrigações diárias são importantes, mas estar perto dos nossos filhos e demonstrar afeto, cuidado e atenção também. Por esse motivo, vamos nos propor a refletir se quando estamos com eles, de fato estamos com eles ou se estamos dividindo essa atenção. A razão disso é que enquanto são crianças e jovens e estão em pleno desenvolvimento, podemos deixar as marcas de quem deseja estar junto e vivenciar momentos inesquecíveis para que eles se desenvolvam de maneira saudável. Se tivermos tempo para eles, consequentemente aprenderão a dar tempo para o que é importante: as pessoas.

Estudantes brincam e desenvolvem suas potencialidades

Alguma ideia?

Minha sugestão é que brinque junto, pois brincando juntos todos ganham.
Ofereça espaços e oportunidades para o brincar. Faça uma viagem imaginária ao seu tempo de criança e pense o que mais lhe agradava: correr, saltar, dançar, esconder-se, brincar com água, pular corda, fazer comidinhas, escorregar, dançar, subir na árvore, estar na praia, no campo, nos parques, trocar figurinhas, preencher um álbum, ouvir histórias, brincar de faz de conta, brincadeiras de roda, escalar objetos, jogar, fazer pipas, bonecos com meias que não servem mais para o uso, dobraduras como um barquinho de papel, brincar na chuva…
Que tal um resgate das suas memórias? Que tal reinventar algumas brincadeiras, adaptando-as aos novos tempos e espaços? Que tal conhecer um parque aberto no bairro ou na cidade? E, se não tiver parques ou playgrounds, que tal juntar a turminha de amigos dos filhos e promover momentos em que possam entregar-se ao brincar de corpo e alma? Lembre que enquanto a criança brinca ela tem assegurado o seu direito de ter tempo para ser criança, para inventar, criar e soltar a imaginação. Por meio do corpo ela fala as mais diversas linguagens, expressa o que sente, o que percebe, como vê o mundo e o seu entorno, relaciona-se.
Então, dada a importância do brincar, sugiro que tente inspirar brincadeiras e em alguns instantes resgate a criança que está adormecida em seu interior.

As opções para brincar são inúmeras e as oportunidades precisam acontecer com os amigos e com você.

 

Professora Dra. Jozimeire Angélica Stocco de C. N. da Silva
Diretora-Geral das Unidades 1, 2 e 3, Pós-doutoranda em Educação pela PUC/SP, Doutora em Educação pela PUC/SP, Especialista em Educação Infantil.

Texto publicado em: http://chk.com.br/enquanto-eu-brinco-um-dia-so-e-pouco/

Nova proposta de Educação Física


Educação Física Escolar

Colégio Stocco inova conceitos e ousa nas vivências corporais

Nova proposta, aplicada pelos professores de Educação Física, rompe com ideias tradicionais, e prepara os estudantes para o autoconhecimento do corpo como forma de agregar mais saúde, combater o sedentarismo e ampliar a visão crítica sobre o universo esportivo e da cultura corporal.

A partir de intensa pesquisa científica e experiências acadêmicas, uma equipe de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a equipe de Educação Física do Colégio Stocco, desenvolveram e implementaram uma nova proposta pedagógica para os componentes Educação Física e Esporte que rompe com ideias tradicionais; muitas delas limitadas apenas a vivência no chamado “Quarteto Fantástico” (futebol, basquetebol, voleibol e handebol).

A proposta inovadora utiliza-se da diversificada cultura de movimento como meio de promover a saúde com conhecimento biológico, mecânico e social. Dessa forma, promove uma imersão pelas modalidades esportivas e práticas corporais dos cinco continentes de todo o mundo, e proporciona aos estudantes uma formação de identidade cultural mais consistente e plural, com um nível de reflexão mais profundo. Sendo assim, crianças e jovens, por meio da Educação Física, desenvolvem uma visão mais ampla, que vai além de uma cultura preestabelecida e tida como única em nossa sociedade.

Este projeto inovador da Educação Física Escolar tem como base três eixos de atuação: capacidade de mover-se, cultura do movimento, e conhecimento sobre o corpo em movimento.

Cultura do Movimento: formação da identidade cultural na Educação Física Escolar.

Neste eixo, o estudante vivencia e aprende manifestações corporais de danças, jogos, lutas, modalidades esportivas, e até brincadeiras, que abrangem desde a cultura local até a internacional, onde a reflexão, discussão e vivência sobre essas práticas corporais são de suma importância para a formação de sua identidade cultural. Neste eixo, os professores extrapolam o ensino das modalidades esportivas tradicionais, onde o estudante aprende, por exemplo, que na Austrália se joga Netball, em que a cesta é mais baixa do que no basquete convencional e tem participação predominantemente feminina. Já na Índia, há um jogo completamente diferente do resto do mundo, chamado KhoKho, e que na África do Sul tem uma olimpíada com modalidades diversas das nossas. Isso é cultura, e é assim que se aprende no Stocco.

Capacidade de mover-se: interação com o ambiente físico e cultural.

Este eixo da nova proposta de Educação Física Escolar refere-se ao momento em que o estudante interage com o ambiente e coloca em prática as diversas modalidades e variações que aprendeu. O mais importante é que nesta proposta inovadora, nenhum estudante começa jogando sem objetivo ou direcionamento. Quando o objetivo é aprender a chutar com mais precisão, o professor utiliza o futebol como exercício para a prática do chute, mas não como a finalidade em si. Nas atividades aquáticas, os professores têm como objetivo fazer com que a criança, aprenda a sobreviver no meio líquido, compreenda as potencialidades daquele corpo na água e propriedades do meio, como flutuação, respiração e ventilação.

Conhecimento sobre o corpo em movimento: construindo um estilo de vida ativo.

A prioridade deste eixo é formar um cidadão capaz de conhecer as propriedades do seu corpo e usar a atividade física como forma de promover a saúde, contribuindo assim, com a formação dos estudantes para refletir e agir sobre as práticas corporais e construir um estilo de vida ativo, sempre com conhecimento.  Nesta proposta o foco é fazer com que o aluno do Stocco adquira um conjunto de conhecimentos de natureza científica, produzidos na área de conhecimento da Biodinâmica, Comportamento Motor e Sócio Cultural, para que possam usufruir futuramente da prática de atividades físicas e modalidades esportivas de forma mais autônoma e crítica.

Quando aprendem as modalidades do atletismo, por exemplo, são discutidas as alavancas dos membros inferiores, a diferença que ocorre quando se faz uma alavanca maior ou menor para atingir melhores resultados. São conceitos de biodinâmica que os auxiliarão a se apropriar mais de seus corpos, e que os acompanharão pelo resto da vida.

Esta proposta de Educação Física Escolar inovadora no mercado nacional da educação, além de objetiva, propicia a formação de um indivíduo autônomo, capaz de escolher sua própria atividade física de forma saudável, afastando-se de hábitos de sedentarismo, e ganhando mais senso crítico.

Além de todo aprendizado sobre as capacidades biológicas e culturais do corpo, o programa também contempla aspectos da educação socio-emocional. Como resultado, os estudantes compreendem o fenômeno esportivo sendo também cultural, e aprendem a respeitar o adversário, a lidar com frustrações, sucesso, a cooperar em equipe, superar dificuldades e a vencer desafios.

Um dos principais aspectos do programa é o fator inclusão. O professor do Colégio Stocco tem a missão de fazer uma prática cooperativa e mais integrada com a criança. Não há segregação dos mais ou menos habilidosos. Não lidamos com o Esporte exigindo máximo de desempenho, mas como prática para a vida.

http://https://www.youtube.com/watch?v=DuYVZ4YEjxw

Iniciação dos filhos na vida escolar



As sutilezas da adaptação infantil à escola

A iniciação dos filhos na vida escolar é um dos momentos que gera as maiores expectativas nas famílias. 

A adaptação é encarada como um período de múltiplos sentimentos, independentemente da idade da criança. Os primeiros dias podem não ser fáceis, pois receio, preocupações e insegurança tomam conta de sua mente. Cabe aos pais passar confiança e instruções da forma mais natural e firme possível.
Ensino e trabalhos desenvolvidos na educação infantil

A escola ideal é aquela que seu coração escolhe e também a que corresponde ao que você idealiza para a formação do seu filho. Tenha em mente o que considera importante para ele, de acordo com a idade correspondente. Além disso, pense nos fatores que podem deixá-lo mais seguro e tranquilo, especialmente nessa fase.

Cada escola tem seu ritmo. Cada família tem seu ritmo. Ambas precisam se conhecer e se identificar. O Stoquinho faz entrevistas com as famílias para conseguir compreender um pouco mais os hábitos e perfis das crianças e as expectativas em relação ao trabalho que será desenvolvido no decorrer do ano letivo.

 

Dicas importantes para uma boa adaptação da criança à nova escola.

É importante lembrar que seu filho está chegando a um espaço desconhecido, em que os vínculos ainda serão formados. Portanto, paciência e carinho são fundamentais, assim como as seguintes atitudes:

• Evite que a criança falte à escola. Ir diariamente colaborará para a formação do hábito.
• Não ceda aos choros e à resistência. Insista para que ela fique e permaneça na escola. Isso contribuirá para a formação do vínculo e para a aquisição de segurança por parte dela.
• Quando se ausentar do espaço escolar, avise-a de que sairá por um instante, mas retornará. Sumir do campo visual gera insegurança.
• Mantenha uma postura firme e convicta. Transmita confiança. Não demonstre medo, preocupação e não chore na frente da criança, pois ela poderá entender que há algo errado naquela situação e apresentar resistência para permanecer e se adaptar ao local.
• Se a criança resistir a permanecer no ambiente escolar e não houver ninguém da família por perto, é importante que a instituição compartilhe o que está acontecendo. Sinceridade sempre!
• Confiança na relação entre família e escola é algo a ser construído diariamente.
• Demonstre interesse pelas propostas realizadas na escola, participe das reuniões, questione o que for preciso e, sobretudo, confie em sua intuição e na equipe do Stoquinho.

Desejo boa sorte a todos nesta etapa e que as crianças sejam felizes nesse espaço de aprender e conviver chamado ESCOLA.

Professora Dra. Jozimeire Angélica Stocco de C. N. da Silva
Diretora-Geral das Unidades 1, 2 e 3