Combate ao Bullying e à Violência na Escola



Atualmente temos escutado e presenciado ondas de violência por toda a parte. Algumas têm acontecido longe de nossos olhos e outras bem próximas. Isso é assustador!

Um dos assuntos mais comentados nos últimos anos e que tem a ver com esse contexto é o Bullying, um problema mundial, que sempre existiu, e que foi assim denominado pelo pesquisador sueco, Dan Olweus.

De acordo com nossos estudos, ele pode acontecer em diferentes locais, bastando existir a relação interpessoal, e se refere a atitudes entre pares, agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivações aparentes e executadas por uma ou mais pessoas, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir alguém que não tem capacidade de se defender ou que não consegue se defender.

Para nós, nem toda violência é Bullying, mas todo Bullying é violência. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência. Frequentemente, quem pratica essas ações não tem empatia, ou seja, não se coloca no lugar do outro e não se importa com ele. Infelizmente, nem toda vítima manifesta à sua família ou aos profissionais o que está sofrendo.

Quando voltamos no tempo, há exatamente dez anos atrás, em 07 de abril de 2009, lembramos que ficamos profundamente entristecidos com o que aconteceu em Realengo, Rio de Janeiro. Em uma escola desse local, crianças foram assassinadas por um ex-aluno que apresentava distúrbios mentais graves, segundo especialistas que analisaram o que ocorreu, e que ele sofria, de acordo com cartas que deixou, de Bullying na instituição em que estudou.

Naquele momento foi elaborado um projeto de combate ao Bullying que não teve aprovação imediata, e somente em 2016 foi publicada a Lei 13.277 que institui o 7 de abril como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola. No Brasil, entre outras leis, temos a 13.663/2018 que estipula entre as atribuições das escolas, a criação de uma cultura de paz, promovendo a conscientização, prevenção e combate a todos os tipos de violência, principalmente a intimidação sistemática.

É importante destacar que muito antes dessas exigências legais, o Stocco já vinha atuando de maneira a repudiar tais práticas que são contrárias à dignidade humana e que sempre contou com a colaboração das famílias para que as ações institucionais sejam efetivas e atinjam os resultados esperados.

Para combater a violência na escola, há alguns anos programamos ações que visam capacitar nossa equipe e famílias, como por exemplo palestras com especialistas nessa temática e participação em concursos como o do Cartaz da Paz, realizados pelo Rotary em Santo André, e, recentemente, criamos o Concurso Cartaz Anti-bullying, realizado pela primeira vez em 2018, a fim de possibilitarmos uma reflexão profunda.

Há pouco tempo, devido ao que ocorreu em Suzano, sem querermos julgar pessoas ou instituições, pois nesse caso cabe a nós solidariedade, fomos impelidos a reforçarmos procedimentos de segurança em nosso Colégio e adotarmos providências em relação aos acessos ao interior da escola, por ex-alunos (que sempre serão bem-vindos), pelas visitas para conhecerem nosso trabalho e matricularem seus filhos, assim como a presença de prestadores de serviços em nossas instalações. Asseguramos que medidas foram adotadas e que não divulgaremos algumas delas para evitar vulnerabilidades.

Nessa oportunidade, destacamos que temos constatado na sociedade o Cyberbullying, que vem acontecendo por causa da expansão das tecnologias dainformação (redes sociais, e-mails etc.) e celulares. Para abordagem desse tema, convidamos a advogada Alessandra Borelli, Diretora Executiva da Nethics, para ministrar palestras aos estudantes e famílias, que destacou, entre outros aspectos, que “até pessoas que apenas compartilham ou comentam podem ser denunciadas em crimes digitais.”

Queremos nos UNIR para que JUNTOS, possamos extinguir atitudes inapropriadas, inaceitáveis, que denigrem a imagem das pessoas, causam dor, sofrimento e que afetam relacionamentos. No Stocco, promovemos uma convivência respeitosa e ética entre todos- estudantes e profissionais- quer seja no modo de pensar ou agir, livre de preconceitos, com acolhimento e sem exclusões de nenhuma natureza!

Orientamos para que famílias também conversem com os filhos sobre esses assuntos e tragam para nós situações que queiram compartilhar.

Sugerimos determinadas colocações que podem contribuir para esse diálogo com eles, tais como:

  • Você sabe o que é Bullying?
  • Algum colega pratica Bullying? Algum colega sofre Bullying?
  • Em alguma situação ajudou quem sofre (ou sofreu)
    bullying? Contou para alguém que pudesse ajudar?
  • Já presenciou situações de Bullying? Se afirmativo, o que fez?
  • Durante as aulas alguém sempre fica de fora no momento de montagem de grupos ou formação de times? Em sua opinião isso é Bullying? Por quê?

Por meio de projetos de prevenção e combate na escola, e do trabalho constante com os estudantes, esperamos que eles sejam capazes de colocar em prática atitudes positivas e criar estratégias de resolução de conflitos.

Nossa escola é acolhedora e humana e se solidariza com as crianças e adolescentes que precisam de apoio para resolver situações de conflitos, Bullying e Ciberbullying, que são inaceitáveis.

 

Professora Dra. Jozimeire Angélica Stocco de C. N. da Silva
Diretora-Geral das Unidades 1, 2 e 3, Diretora Pedagógica da Unidade 1, Pós-doutorado e Doutorado em Educação pela PUC/SP, Mestra em Educação, Especialista em Educação Infantil.

Copo descartável: seus impactos e suas alternativas



Diante de tantas informações e circunstâncias, qual importância de conscientizar nossos estudantes a zelar pelo meio ambiente?

Nos últimos anos, nos deparamos com situações melancólicas e com o descaso em relação ao planeta Terra.

Pensando nisso, nós do Colégio Stocco iniciamos a campanha contra o copo descartável dentro do nosso espaço escolar.

Sabemos que a tarefa é árdua! O costume e a praticidade dificultam a evolução do projeto, mas precisamos iniciar com a semente do bem.

Por que o Colégio Stocco trocou o copo descartável por copos individuais?

Em conversa com nossos estudantes, explicamos que o copo descartável é o resíduo sólido urbano de maior potencial para reciclagem no mundo. O Brasil produz cerca de 100 mil toneladas de copos plásticos por ano, mas, infelizmente, as práticas de descarte são inadequadas ao meio ambiente.  De acordo com o relatório do Programa da ONU, produtos plásticos, como talheres, copos e embalagens de comida, formam 80% do lixo marinho.

            Os copos de plástico descartáveis são produzidos a partir de poliestireno, componente derivado do petróleo, que é uma fonte não renovável de matéria-prima. Produtos fabricados a partir desse material não são biodegradáveis, fazendo com que o tempo no meio ambiente seja muito longo, levando mais de 450 anos para serem decompostos pela natureza.

Existe alguma alternativa? Várias, para a nossa sorte, e precisamos cada vez mais buscar por elas. Por isso, seguem algumas dicas abaixo:

  • Ande sempre com o seu copo reutilizável dentro da bolsa;
  • Seu copo reutilizável pode ser de inox, vidro, porcelana ou até de plástico durável;
  • Na escola, adote uma caneca ou copo para chamar de seu;
  • Na sua vida social, opte por copos duráveis. Caso o restaurante/lanchonete ofereça de plástico descartável, peça um de vidro e explique o motivo pelo qual você está fazendo esta troca, às vezes rende até uma boa conversa sobre o assunto.

Quer saber uma curiosidade?

Nos EUA, especificamente em Nova Iorque, já existem copos comestíveis. A fórmula é de gelatina, e se o consumidor não quiser comer, poderá adubar suas plantas.

Depois de todas essas informações, a reação dos estudantes com o Projeto nos surpreendeu. Percebemos que houve um engajamento com a proposta. Acreditamos que tudo seja uma questão de hábito e estamos no caminho certo para isso.

 

Usina fotovoltaica do Colégio Stocco



Uma iniciativa de produção e uso de bioenergia sustentável

Não há quem visite o Stoquinho e não se encante imediatamente com as belezas naturais conservadas no interior do seu ambiente: pomares, hortas, bosques, jardins, gramados e muito espaço de fruição.

É nesse espaço natural que a aprendizagem acontece e logo a criança está explorando, pesquisando, aprendendo e desenvolvendo o seu pensamento. Acreditamos que o meio favorece e estimula o conhecimento, alimentando o desejo natural em aprender.

Os sentidos são aguçados no Stoquinho e, junto deles, novas percepções associam-se à inteligência dos estudantes, dos professores, dos funcionários, dos dirigentes…

A luz do verão traz tanto brilho nos espaços gramados que no passado inspirou Dona Nena, cofundadora do Colégio Stocco, a compor diversos poemas sobre a natureza, sobre o sol, sobre as flores. Esses poemas sussurraram ideias à nova geração stoqueira; e belo dia… um insight: – Com tanto espaço e sol, por que não gerar a própria energia elétrica e tornar-se autossustentável? 

Acreditamos que seja possível contribuir para a proteção do planeta, gerando e consumindo bioenergia sustentável. Tendo tomado como referências o Acordo de Paris e a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) brasileira, das quais têm como objetivo o combate ao aquecimento global, propusemos o próprio engajamento no aumento da participação da geração e consumo de energia derivada de recursos renováveis e abundantes. Nossa opção foi investir de forma arrojada em energia solar.

A energia solar é proveniente da luz e do calor do sol, sendo considerada uma fonte de energia renovável e sustentável. Ela é aproveitada e utilizada por meio de diferentes tecnologias, tal como o aquecimento solar, a energia solar fotovoltaica, a energia heliotérmica e a arquitetura solar.

A Associação Nacional de Energia Elétrica – ANEEL expediu a resolução normativa 482/12 que estabelece as condições para acesso de microgeração e compensação de energia elétrica, favorecendo e encorajando o investimento em geração de energia elétrica pelo sistema fotovoltaico. O excedente de energia produzido, principalmente em época de férias escolares, feriados ou finais de semana, não é desperdiçado, nem tampouco são requeridos investimentos em baterias para armazenamento, haja vista que a sobra de energia é entregue à concessionária por meio da rede de distribuição pública de eletricidade, gerando créditos que retornam sem ônus no período que se fizer necessário.

A opção do Stocco foi construir uma usina fotovoltaica sobre a laje da Unidade 2 do nosso Colégio, pois havia condições imensamente favoráveis para sua instalação, tais como ausência de sombreamentos, irradiação solar face norte e as dimensões oportunas.

O processo de se obter energia elétrica por meio da luz solar é chamado fotovoltaico. A palavra “fotovoltaico” é um neologismo, justapondo-se o termo grego φως (fos) que significa “luz”, ao “volt” –  unidade de força eletromotriz. “Volt”, por sua vez, vem do sobrenome do físico italiano Alessandro Volta, inventor da pilha, finalizando com o sufixo latino “ico”, que exprime ideia de semelhança.

Fotovoltaico é definido por um efeito que se trata do surgimento de uma diferença de potencial nas extremidades de um material semicondutor, tal como o silício, do qual se produz energia elétrica pela retenção da luz. A célula fotovoltaica é a unidade fundamental para esse processo.

Enquanto os combustíveis fósseis produzem poluentes, o processo de geração a partir do sistema fotovoltaico não emite gases nocivos à saúde que contribuem para o aquecimento global.

 

 

 

 

 

 

 

A usina visa reduzir em quase 100% os custos com energia elétrica das Unidades 1 e 2, conforme demonstra o gráfico:

A produção é gerada em corrente contínua, e um dispositivo chamado inversor converte a energia contínua em energia alternada. Acompanhe o esquema desenhado pela empresa Potenza de energia fotovoltaica, construtores da nossa usina:

Após a instalação de 157 painéis fotovoltaicos monocristalinos e o aparelho inversor, o último dispositivo a ser instalado é o medidor bidirecional, o famoso “relógio de luz” que, nesse caso mensurará não só o consumo, mas também a entrega de eletricidade à concessionária.

A usina fotovoltaica será estudada, a seu tempo, pelos nossos próprios alunos com seus professores, pois envolve conceitos em diversas áreas do currículo escolar, tais como física, matemática, geografia, entre outras.

É o Colégio Stocco fazendo sua parte para o bem do nosso planeta!

 

Para saber mais:

www.aneel.gov.br/geracao-distribuida

www.absolar.org.br/

www.mma.gov.br

                                                              INAUGURAÇÃO EM MARÇO

Renovando Compromissos Digital 2019



Prezadas famílias,

O Colégio Stocco inova a cada dia.

Este ano vocês puderam acompanhar todas as reformas e reestruturação em nossos espaços físicos.

Por meio do nosso Renovando Digital, compartilhamos todas as nossas inovações e mudanças nas propostas para o Ensino Fundamental para o ano de 2019.

Realizem o download do arquivo em um dos seus dispositivos e conheça o que preparamos para nossos Stoqueiros.

Renovando Compromissos Digital 2019

Do plantio à colheita: crianças da Educação Infantil vivenciam processos produtivos agrícolas



Estudantes de 1 a 6 anos, do Stoquinho, aprendem regras sociais de valor, respeito e cooperação em ações de integração com a natureza.

Colocar a mão na massa, ou melhor, na terra, é a especialidade dos estudantes do Stoquinho. A maioria das brincadeiras acontece ao ar livre, em parquinhos na areia, pula-pula em pneus, tobogã no meio de árvores, esconde-esconde na casa do Tarzan, mas o momento mais esperado é quando as crianças arregaçam as mangas para participar ativamente de processos de plantio, cultivo e colheitas.

Em meio a uma área de 27 mil m² de área verde, alunos de 1 a 6 anos são convidados a interagir diariamente com diversos elementos da natureza, explorando sensações, cheiros e sabores. Tudo acontece com o acompanhamento de um engenheiro agrônomo, que prioriza as atividades de acordo com a faixa etária e as necessidades de aprendizado nessa fase.

(Crianças se divertindo no tobogã)

Viver o processo é a premissa de todas as ações, independentemente da idade. Aos 5 e 6 anos, por exemplo, as crianças estudam sobre a cana e o café e desenvolvem propostas em nosso canavial e cafezal. “Há um momento em que uma pessoa, vestida de boia-fria, aparece para conversar com elas e contar como é o dia a dia em uma plantação. Os olhinhos dos pequenos até brilham de tanta realização”, conta Marta Mergulhão, coordenadora pedagógica do Stoquinho. “As crianças precisam entender que sobrevivem com o que plantam. Necessitam conhecer a origem, por exemplo, daquele açúcar comprado em saquinho no supermercado”, comenta ela.

(Canavial do Stoquinho)

Quando o assunto é café, os alunos estudam sobre plantio, cultivo, tipos de café, formas de colheita, secagem e torragem. “Todos aprendem a usar o pilão, moer o café e participam ativamente do processo de torragem”, descreve Marta.

Em relação às crianças mais novas, os primeiros contatos e vivências compreendem a apresentação das plantas como um ser vivo e a necessidade delas em receber água, sol e orvalho. Com 2 anos, o tradicional plantio de feijão em copinho, dá lugar ao plantio na própria terra, sujando literalmente as mãos e relacionando o crescimento da planta com aquele simples plantio da semente. Já aos 3 anos, o objeto de estudo é a bananeira e todas as suas particularidades. E, aos 4 anos, diversos projetos sobre sementes, adubos e até uma minhocaria na própria terra.

(Crianças observando e cuidando das flores)

Fátima Gongora, também coordenadora pedagógica do Stoquinho, acredita que as experiências são enriquecedoras para a primeira infância. “As crianças ganham, por meio de cada vivência, uma consciência natural sobre cuidados com a natureza e a importância de preservá-la, além de enraizar atitudes colaborativas, de respeito ao outro e ao seguimento de regras ao participar de atividades em grupo e de convívio social”, diz ela.

A vida escolar dos filhos



Famílias que dizem “somos presentes!”

Uma das questões que nós professores e diretores de escola mais mencionamos é  que por meio da participação, do envolvimento e da colaboração que permeia a parceria entre família e escola, crianças e jovens percebem que todos têm o mesmo desejo: o sucesso escolar.

No tripé em que o estudante é protagonista e os adultos coadjuvantes, espera-se o empenho de cada um para que o conhecimento seja potencializado.

Queremos propor para que pensemos em tudo que já fizemos e no que  ainda faremos para que 2018 seja de êxito para todos nós. É oportuno fazermos um balanço de janeiro até agora. O que foi realizado ou deixou de ser em relação a essa participação na vida escolar dos filhos?  Escrever uma lista contendo as respostas e buscar atingir as metas que ainda não foram alcançadas pode dar trabalho, mas poderá ser um roteiro a fim de alcançarmos os resultados gratificantes.

Para quem conseguiu estar mais presente e dedicado naquilo que se propôs, a dica é manter o foco, permanecer junto, lutando sempre.

Compartilhamos 10 regras de ouro que ajudam a estreitar o relacionamento da família com a escola, no que diz respeito ao desempenho escolar dos filhos e a adotar algumas ações, se necessário, para que eles percebam que nós, os adultos, os valorizamos e temos interesse no que eles fazem:

1 – Participar de todos os eventos da escola. 

2- Ler os comunicados enviados por agenda, e-mails e aplicativos.

3- Acompanhar os estudos, o rendimento nas avaliações e as notas que são divulgadas.

4- Estabelecer rotina e tempo para estudos e lazer.

5- Fortalecer os vínculos entre os membros da família e os da escola, lembrando que conseguirão proporcionar uma educação de qualidade, sendo que cada um tem um papel a desempenhar.

6-Fazer perguntas aos educadores sobre o que precisam saber sobre o desenvolvimento escolar.

7 – Ler os relatórios enviados pela instituição sobre o desempenho dos filhos.

8- Ter interesse por conhecer as amizades que eles têm, o que postam nas redes sociais e quem são os amigos virtuais.

9- Estimular ou instigar as iniciativas de estudos, valorizar as conquistas e acompanhar as lições de casa e, caso os filhos não compreendam algo, encaminhar para os professores essas demandas.

10- Prestigiar os trabalhos e apresentações propostas pela escola e desenvolvidas pelos filhos.

 

Conforme afirmamos, a escola e a família precisam permanecer parceiras.

A confiança na instituição é fundamental. Independentemente da situação, permaneçam presentes!

Temos certeza que as nossas crianças e jovens agradecem.

 

Professora Dra. Jozimeire Angélica Stocco de C. N. da Silva
Diretora-Geral das Unidades 1, 2 e 3, Pós-doutoranda em Educação pela PUC/SP, Doutora em Educação pela PUC/SP,  Mestra em Educação, Especialista em Educação Infantil.

Concurso de Bolsa de Estudos 2019



O Colégio Stocco, com o objetivo de ampliar oportunidades aos estudantes que buscam uma escola de qualidade, abre ao público Concurso de Bolsa de Estudos para o ano letivo de 2019.

Essa é a oportunidade para que os interessados, se aprovados, possam fazer parte de um dos Colégios mais fortes e de maior tradição no ABC e que, desde 1954, dedica-se à Educação de qualidade com a inovação que as novas gerações de stoqueiros merecem.

O Concurso se destina aos estudantes que, no ano de 2019, cursarão o 6º, 7º, 8º ou 9º ano do Ensino Fundamental.

Como fazer inscrição para o Concurso de Bolsa do Stocco:

A inscrição será realizada exclusivamente na secretaria da Unidade 3 do Colégio, até 31 de outubro de 2018 até as 18 horas.

As bolsas de estudos concedidas por meio do Concurso serão válidas a partir de janeiro de 2019 até o término do curso do Ensino Fundamental 2 (9º ano), a depender do desempenho acadêmico e social do estudante.

A prova do Concurso será realizada em 10 de novembro de 2018, sábado, das 10 horas às 13h30min, e conterá conteúdos de Língua Portuguesa, Matemática e Redação.

O resultado definitivo do concurso será divulgado em 19 de novembro, a partir das 15 horas.

Classificação e regras para a concessão das bolsas e desempate:

Os candidatos serão classificados por ordem decrescente de nota final, ou seja, por maior número de acertos, acima de 50% (cinquenta por cento).

Os candidatos classificados, para ingressar no ano determinado, deverão passar por processo de entrevista com a equipe pedagógica do Colégio, para avaliar seu perfil e os seus responsáveis apresentarão documentação solicitada.

Será utilizado como critério de desempate, primeiramente, a pontuação de Língua Portuguesa, na sequência, Matemática e, por fim, a Redação.

Ao se inscrever, o estudante receberá o regulamento completo do Concurso de Bolsa.

Esperamos a participação de muitos estudantes que terão a oportunidade de potencializar seu aprendizado, num Colégio referência em educação de qualidade e que valoriza cada indivíduo em suas mais diversas particularidades.

Será um prazer recebê-los e termos a perspectiva de tê-los como stoqueiros em 2019!

Matemática forte? Sim, o Stocco tem! Olimpíadas de Matemática? Também!



Atividades em sala, desafios com muitos cálculos, provas com solução de problemas, grandes competições! Aprender Matemática pode causar muito medo por aí, mas não no Colégio Stocco.

No Stocco, o ensino da Matemática vai além de simplesmente encontrar resultados corretos para situações-problema e exercícios, por meio do uso de técnicas e fórmulas ensinadas por nossos docentes.

Centramos nosso trabalho no desenvolvimento da capacidade dos estudantes de resolver problemas e aplicar os conteúdos matemáticos em situações do cotidiano, dando significado ao que é aprendido.

Matemática se aprende com estratégia, profundidade e acompanhamento constante

O currículo é organizado de tal forma que é possível revisitar os conteúdos, ampliá-los e aprofundá-los ao longo dos anos. Nenhum deles é visto como um fim em si mesmo! E não são apresentados de forma pronta, mecânica. Há um processo, um caminho a ser seguido por estudante e educador, e nessa interação se constrói o fazer matemático.

Várias estratégias de resolução, registros diversos, justificativas, estimativas, cálculo mental, diferentes possibilidades, selecionar informações, tomar decisões, construir argumentações são alguns dos princípios presentes em nosso ensino, que permitem o estudo dos diferentes objetos de forma dinâmica e o desenvolvimento das habilidades de pensamento.

Olimpíadas Nacionais, Internacionais e Canguru de Matemática: grandes desafios, conquistas maiores ainda.

Para que possamos potencializar a aprendizagem matemática de nossos alunos, constantemente, nós os desafiamos. As Olimpíadas fazem parte dessa proposta. Há muito tempo, o Colégio participa de competições externas, como Olimpíada Canguru de Matemática Brasil, OBMEP – Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas, Olimpíada de Matemática do Grande ABC e Olimpíada Paulista de Matemática, entre outras; em todas, temos obtidos excelentes resultados, com vários estudantes sendo premiados com medalhas de ouro, prata e bronze, além de várias menções honrosas.

Neste ano, ressaltamos que tivemos stoqueiros premiados em todas as provas das quais participamos. Em especial, queremos destacar que o Colégio foi convidado a participar da IYMC-2018 – International Young Mathematicians Convention, que ocorrerá de 2 a 5 de dezembro, em Lucknow, Índia, por sua brilhante classificação na Olimpíada Internacional de Matemática sem Fronteiras. Apenas escolas que se destacam recebem esse convite!

30ª Olimpíada de Matemática do Stocco – aberta a todos

Matemática forte é o que temos em nossa instituição! Forte por tornar o estudante protagonista! Forte por significar e ressignificar conceitos e conteúdos aprendidos! Forte por ser dinâmica e construída com diferentes ferramentas e recursos tecnológicos.

Tão forte que, neste ano, comemoramos o trigésimo ano de nossa Olimpíada Interna. Para celebrar, organizamos uma competição aberta a estudantes de qualquer instituição de ensino. Será um marco para nosso Colégio, pois a Matemática será trabalhada em provas formuladas por nossos professores e vivenciadas em Estações de Aprendizagem.

A Olimpíada de Matemática do Stocco ocorrerá em 27 de outubro, sábado, a partir das 9h. Para se inscrever, é necessário acessar o site do Stocco e preencher o formulário eletrônico, por meio do link goo.gl/forms/QrIL08dr9siKoCSg1, no período de 24 de setembro a 14 de outubro. Após a inscrição, os estudantes receberão, via e-mail, o regulamento da Olimpíada.

Não perca esta oportunidade de testar seus conhecimentos, vivenciar um dia incrível e conhecer nossa infraestrutura. As vagas são limitadas, portanto, faça já sua inscrição.

Movimento Maker potencializa estudantes nas salas de aula



A criação de diferentes espaços de aprendizagem, articulados ao conceito de colocar a mão na massa, relacionam-se de forma direta possibilitando a realização de inúmeras construções, o que torna a escola um espaço inovador.

O tempo passa, o conhecimento se amplia e novos conceitos surgem. Atualmente, além do professor, dos materiais didáticos e das tecnologias, entende-se que o ambiente precisa servir à educação, além de ser usado para ensinar.

Pautado nesses pressupostos, o Colégio Stocco criou diferentes espaços físicos e reestruturou outros, a fim de permitir que os estudantes possam estabelecer relações entre os conceitos e definições presentes no currículo escolar, colocando verdadeiramente a mão na massa.

     

 

 

 

 

A Digital Land e a Sala Maker proporcionam a realização de aulas dinâmicas e desafiadoras, nas quais podemos criar, descobrir, resolver desafios, produzir, colaborar, compartilhar e articular as diferentes áreas do conhecimento.

 

 

 

 

     

A Cultura Maker possui por princípio fundamental o Do-It-Yourself, ou seja, faça você mesmo. Com o uso de diversas ferramentas tecnológicas, permitindo a construção, modificação e fabricação de diferentes tipos de objetos e projetos com suas próprias mãos.

Todas as mudanças foram cuidadosamente pensadas e estudadas, a fim de oferecer uma educação de alto nível, para que possamos fazer a diferença na vida de cada um deles, no desenvolvimento de novas atitudes.

A escolha da escola: uma decisão pessoal



O que levar em consideração na escolha da escola?

Nessa época do ano, algumas famílias costumam repensar sobre a permanência dos filhos na escola em que eles estudam. Outras, começam a escolher onde colocá-los.

O que levar em consideração na escolha da escola?

A nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), é um documento de caráter normativo, que define o conjunto progressivo de aprendizagens essenciais que todos os estudantes precisam desenvolver ao longo das etapas da Educação Básica e apresenta aspectos importantes que nesse momento eu destacarei a fim de dar algumas dicas sobre o que observar nas instituições de ensino quando você for fazer a sua escolha. No que diz respeito à Educação Infantil, a BNCC menciona sobre seis direitos de aprendizagem que as escolas precisam atentar e garantir em suas aulas: conhecer-se, conviver, brincar, participar, explorar e expressar-se. Portanto, converse com o coordenador pedagógico e pergunte se o seu filho:

– Terá oportunidade de conviver em grupos;
– Utilizará diferentes linguagens para comunicar-se;
– Desenvolverá o respeito em relação às diferentes culturas;
– No dia a dia explorará brinquedos e brincadeiras de diferentes formas, em espaços privilegiados e construídos especialmente para crianças;
– Experimentará situações que envolvem o corpo, os sentidos, o cognitivo e as emoções;
– Participará ativamente na construção do conhecimento, atuando como protagonista da própria história;
– Explorará movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, elementos da natureza;
– Ampliará seus saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia e em quais situações e espaços da escola isso se concretiza;
– Por meio das propostas da escola, receberá contribuições para construir uma imagem positiva de si mesmo e de seu grupo de pertencimento.

Além disso é muito importante saber:

– Qual a metodologia da escola;
– Quais são os procedimentos de avaliação;
– Como a escola motiva e engaja os estudantes para as aprendizagens;
– Os princípios e valores que norteiam os procedimentos dos funcionários, principalmente dos professores que têm contato direto com seu filho;
– Como as ações pedagógicas são supervisionadas;
– Por meio de quais instrumentos a família tem acesso as conquistas, avanços, possibilidades e aprendizagens do filho?

Se o seu filho já está no Ensino Fundamental, do 1º ao 9 º ano, a etapa mais longa da Educação Básica, é importante destacar que é a fase em que crianças e adolescentes passam por uma série de mudanças relacionadas a aspectos físicos, cognitivos, afetivos, sociais, emocionais, entre outros e há necessidade de observar:

– Como é estabelecida pela escola a progressiva sistematização do trabalho pedagógico ou seja, as crianças e adolescentes precisam aprender e rever conteúdos a fim de que possam se apropriar de conhecimentos e construir outros;

– Quais são as oportunidades que ele terá de formular hipóteses sobre os fenômenos, testá-las, refutá-las e elaborar conclusões?

– Como é trabalhada a responsabilidade, a desenvoltura e a autonomia?

– Por meio de quais estratégias aprende-se a ler e a escrever?

– E a compreensão de sistemas de representação como os signos matemáticos, os registros artísticos, midiáticos e científicos e as formas de representação do tempo e do espaço acontece por meio de quais propostas?

– A instituição promove situações em que os estudantes interajam com outros espaços de aprendizagem e descobertas, tais como exposições e laboratórios?

– Nos espaços da escola, há diversidade, modernidade a fim de constituírem como meios facilitadores da aprendizagem?

Independente da idade do seu filho, considere também:

– Se o perfil dele se adequa à metodologia da escola;
– Se a localização é próxima a sua residência;
– O valor da mensalidade , inclusive com os cursos extras, é compatível com a renda familiar?
– O que a escola oferece além do básico?
– Como se dá a formação da equipe pedagógica e docente na escola escolhida?
– Quais os horários de funcionamento?
– Há transporte escolar?
– Como funciona a segurança da escola em relação a entrada e saída das crianças e adolescentes?
– Há reuniões com as famílias?
– O cardápio é elaborado por nutricionista?
– Como funciona a adaptação dos estudantes no início do ano escolar?

Compreendo que onde ele estudará é uma decisão que requer tempo para análise da essência das propostas, conhecimento do ambiente e dos profissionais. Desse modo, sugiro que elabore uma lista de prioridades sobre o que não pode faltar na escola em que deseja que seu filho estude e leve-o junto para ajudar nessa escolha, caso ele já possa contribuir opinando a respeito de algo que é essencial: a formação educacional que influenciará o futuro dele.

 

Professora Dra. Jozimeire Angélica Stocco de C. N. da Silva
Diretora-Geral das Unidades 1, 2 e 3, Pós-doutoranda em Educação pela PUC/SP, Doutora em Educação pela PUC/SP,  Mestra em Educação, Especialista em Educação Infantil.

 

Texto publicado em: https://chk.com.br/a-escolha-da-escola-uma-decisao-pessoal/