Colégio Stocco potencializa ensino com aulas de Robótica Educacional


A Robótica Educacional potencializando o ensino dos estudantes do Colégio Stocco

O mundo mudou, a maneira de aprender e de ensinar também sofreram mudanças. E é por tudo isso, que o Colégio Stocco tem um olhar especial para a educação tecnológica. Aprender de maneira diferente, por meio das tecnologias, essa é uma das principais funções dos estudantes do ensino fundamental durante as aulas e eventos de robótica. Não se trata de uma aula solta, de um curso extra que está presente só por estar.  Desde os primeiros anos do ensino fundamental I, os estudantes realizam montagens desafiadoras. Nas montagens passo a passo trabalham conceitos tecnológicos de maneira mais específica.

Já nas montagens com temas, eles partem de uma situação problema, uma imagem ou até mesmo um conteúdo trabalhado em sala de aula, tais como meio ambiente, meios de transporte, raciocínio lógico entre outros, desafiando nossos estudantes a colocarem em prática o que já aprenderam, além de exercitarem o trabalho em equipe, aspectos cognitivos, sociais e emocionais.

Estudantes desenvolvendo projeto na aula de robótica
Estudantes em aula prática de robótica

 

 

 

 

 

 

 

     

A dinâmica dos estudantes do 5º e 6º ano nas aulas de robótica aplicada no Colégio Stocco 

A partir do 5º ano, os estudantes começam a motorizar suas construções, sejam em montagens passo a passo, seja em montagens com temas que eles tenham desafios. A programação começa a partir do 6º ano. Começamos com a introdução do que é algoritmo e desafios com programação em blocos, como no site programae.org.br, no qual com jogos de trilhas eles aprendem de maneira lúdica a utilizar lógica de programação. Tudo isso para que sejam capazes de programarem seus robôs nos mais diferentes desafios. E não podemos deixar de mencionar a presença constante da matemática, seja nas construções, como também nas programações, pois eles sempre são desafiados a criar e desenvolver estratégias durante todo o processo.

Estudantes programando em aula de robótica
Estudantes analisando projeto na aula de robótica

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                                            Colégio Stocco participa de campeonatos internos e externos de robótica

Estudantes e professora do Colégio Stocco recebem premiação na OBR

Além de tudo isso, o Colégio Stocco tem um olhar diferenciado quando se trata de campeonatos. Participamos todos os anos da OBR – Olimpíada Brasileira de Robótica, levando alunos do 6º ao 9º ano a trabalharem programações avançadas, trabalho em equipe e resoluções de problemas. E ainda falando em campeonatos, temos o nosso campeonato interno de robótica, o Robotocco. Sendo esse também um grande diferencial do nosso colégio. Tudo acontece com um tema específico apresentado através de diversos desafios. A partir daí, os estudantes devem criar seus robôs a fim de executar os desafios. Mais uma vez eles são estimulados a trabalhar em equipe, a realizar uma competição saudável e a exercitar a resolução de problemas.

Protagonismo é o que move a educação tecnológica do Colégio Stocco. Porque o que nós acreditamos é no estudante como protagonista no processo de aprendizagem.

 

 

 

Clique na imagem abaixo e confira o vídeo:

 

 

A importância do brincar na primeira infância



Enquanto eu brinco… um dia só é pouco!

Quando observamos as nossas crianças percebemos o quanto elas gostam de brincar. Brincam com os brinquedos, transformam objetos em brinquedos, conseguem enxergar possibilidades em tudo para interagir com as pessoas e com o meio onde vivem.

Brincar é imprescindível para elas, pois é assim que fazem descobertas, percebem o mundo, aprendem e se desenvolvem socialmente, cognitivamente, emocionalmente e fisicamente.
Em 2018, entre os dias 20 e 28 de maio, acontecerá a Semana Mundial do Brincar cujo tema é “Vem brincar de Corpo e Alma”. Uma semana para destacar para a sociedade a importância do brincar na primeira infância.

Você já ouviu falar sobre a Semana Mundial do Brincar?

A ideia de criar um Dia Mundial do Brincar (28 de maio) foi na 8ª Conferência Internacional de Ludotecas em Tóquio, no ano 1999. De lá para cá se estendeu para a Semana Mundial do Brincar dada a relevância dessa atividade infantil. Em 2018, as brincadeiras voltadas ao corpo e a alma têm relação com o brincar livre, aquele escolhido pela criança, dela estar inteira no momento em que vivencia as brincadeiras.

É uma proposta da Aliança pela Infância, um movimento internacional para uma infância digna e saudável, para que a criança viva essa fase da vida em sua plenitude. De um modo geral, a atuação dos membros é voluntária. No Brasil estão espalhados 32 núcleos que com autonomia atuam e observam a Carta de Princípios a fim de elaborar conhecimentos e propostas relacionadas ao brincar. A Aliança procura inspirar ações que foquem o que denomina do ABCD da criança-aprender-brincar-comer e dormir para que esses direitos sejam garantidos e preservados.

Crianças se divertindo de corpo e alma no Stoquinho

O que fazer nessa semana?

Criança que brinca é criança que desenvolve suas potencialidades. É no contato com as pessoas, com os elementos da natureza e objetos, que ela pode ver como as coisas funcionam e observar as transformações dos elementos naturais, como, por exemplo, quando está a brincar num parque e mistura areia com água. O que ela vê? O que ela sente ao tocar nessa areia? São sensações e descobertas únicas que precisam ser asseguradas. É imprescindível que nos diversos segmentos sociais, principalmente na família e na escola, os momentos de brincar e se divertir de corpo e alma, estar inteira no instante em que brinca, sendo dona do espaço onde brinca e escolhendo o quanto brinca, sejam garantidos.

 

Crianças se divertindo e brincando de amarelinha

Será que é possível?

Essa resposta vai depender do quanto podemos ou queremos nos dedicar às crianças. No dia a dia, nós adultos, temos tanto a fazer… Nossas agendas estão sempre repletas de compromissos que às vezes não conseguimos tempo para dar atenção ao outro, mas é preciso repensar em nossas prioridades e organizarmos a rotina a fim de que os vínculos afetivos sejam fortalecidos. Nossas obrigações diárias são importantes, mas estar perto dos nossos filhos e demonstrar afeto, cuidado e atenção também. Por esse motivo, vamos nos propor a refletir se quando estamos com eles, de fato estamos com eles ou se estamos dividindo essa atenção. A razão disso é que enquanto são crianças e jovens e estão em pleno desenvolvimento, podemos deixar as marcas de quem deseja estar junto e vivenciar momentos inesquecíveis para que eles se desenvolvam de maneira saudável. Se tivermos tempo para eles, consequentemente aprenderão a dar tempo para o que é importante: as pessoas.

Estudantes brincam e desenvolvem suas potencialidades

Alguma ideia?

Minha sugestão é que brinque junto, pois brincando juntos todos ganham.
Ofereça espaços e oportunidades para o brincar. Faça uma viagem imaginária ao seu tempo de criança e pense o que mais lhe agradava: correr, saltar, dançar, esconder-se, brincar com água, pular corda, fazer comidinhas, escorregar, dançar, subir na árvore, estar na praia, no campo, nos parques, trocar figurinhas, preencher um álbum, ouvir histórias, brincar de faz de conta, brincadeiras de roda, escalar objetos, jogar, fazer pipas, bonecos com meias que não servem mais para o uso, dobraduras como um barquinho de papel, brincar na chuva…
Que tal um resgate das suas memórias? Que tal reinventar algumas brincadeiras, adaptando-as aos novos tempos e espaços? Que tal conhecer um parque aberto no bairro ou na cidade? E, se não tiver parques ou playgrounds, que tal juntar a turminha de amigos dos filhos e promover momentos em que possam entregar-se ao brincar de corpo e alma? Lembre que enquanto a criança brinca ela tem assegurado o seu direito de ter tempo para ser criança, para inventar, criar e soltar a imaginação. Por meio do corpo ela fala as mais diversas linguagens, expressa o que sente, o que percebe, como vê o mundo e o seu entorno, relaciona-se.
Então, dada a importância do brincar, sugiro que tente inspirar brincadeiras e em alguns instantes resgate a criança que está adormecida em seu interior.

As opções para brincar são inúmeras e as oportunidades precisam acontecer com os amigos e com você.

 

Professora Dra. Jozimeire Angélica Stocco de C. N. da Silva
Diretora-Geral das Unidades 1, 2 e 3, Pós-doutoranda em Educação pela PUC/SP, Doutora em Educação pela PUC/SP, Especialista em Educação Infantil.

Texto publicado em: http://chk.com.br/enquanto-eu-brinco-um-dia-so-e-pouco/

Iniciação dos filhos na vida escolar



As sutilezas da adaptação infantil à escola

A iniciação dos filhos na vida escolar é um dos momentos que gera as maiores expectativas nas famílias. 

A adaptação é encarada como um período de múltiplos sentimentos, independentemente da idade da criança. Os primeiros dias podem não ser fáceis, pois receio, preocupações e insegurança tomam conta de sua mente. Cabe aos pais passar confiança e instruções da forma mais natural e firme possível.
Ensino e trabalhos desenvolvidos na educação infantil

A escola ideal é aquela que seu coração escolhe e também a que corresponde ao que você idealiza para a formação do seu filho. Tenha em mente o que considera importante para ele, de acordo com a idade correspondente. Além disso, pense nos fatores que podem deixá-lo mais seguro e tranquilo, especialmente nessa fase.

Cada escola tem seu ritmo. Cada família tem seu ritmo. Ambas precisam se conhecer e se identificar. O Stoquinho faz entrevistas com as famílias para conseguir compreender um pouco mais os hábitos e perfis das crianças e as expectativas em relação ao trabalho que será desenvolvido no decorrer do ano letivo.

 

Dicas importantes para uma boa adaptação da criança à nova escola.

É importante lembrar que seu filho está chegando a um espaço desconhecido, em que os vínculos ainda serão formados. Portanto, paciência e carinho são fundamentais, assim como as seguintes atitudes:

• Evite que a criança falte à escola. Ir diariamente colaborará para a formação do hábito.
• Não ceda aos choros e à resistência. Insista para que ela fique e permaneça na escola. Isso contribuirá para a formação do vínculo e para a aquisição de segurança por parte dela.
• Quando se ausentar do espaço escolar, avise-a de que sairá por um instante, mas retornará. Sumir do campo visual gera insegurança.
• Mantenha uma postura firme e convicta. Transmita confiança. Não demonstre medo, preocupação e não chore na frente da criança, pois ela poderá entender que há algo errado naquela situação e apresentar resistência para permanecer e se adaptar ao local.
• Se a criança resistir a permanecer no ambiente escolar e não houver ninguém da família por perto, é importante que a instituição compartilhe o que está acontecendo. Sinceridade sempre!
• Confiança na relação entre família e escola é algo a ser construído diariamente.
• Demonstre interesse pelas propostas realizadas na escola, participe das reuniões, questione o que for preciso e, sobretudo, confie em sua intuição e na equipe do Stoquinho.

Desejo boa sorte a todos nesta etapa e que as crianças sejam felizes nesse espaço de aprender e conviver chamado ESCOLA.

Professora Dra. Jozimeire Angélica Stocco de C. N. da Silva
Diretora-Geral das Unidades 1, 2 e 3